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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Aveloz, pode curar Câncer, mas requer cuidado.

AVELOZ
"Arbusto exótico pode ser a chave para a vitória na batalha contra o cäncer! O avelóz agora está sendo usado para tratamento de redução de tumor de câncer."

"Uma gota de seiva de avelóz, diluída em um copo de água destilada e tomada com uma colher de sopa a cada hora, elimina os crescimentos cancerosos em uma semana."


Estas são apenas algumas das frases usadas para a publicidade do avelóz, um remédio preparado a partir da seiva leitosa de um arbusto brasileiro de nome cientifico Euphorbia heterodoxa Mull Arg. As seivas de várias espécies de Euphorbia têm sìdo utìlìzadas em medicina popular desde pelo menos 400 A.C. devido às suas propriedades corrosivas. A Euphorbia heterodoxa é vulgarmente conhecida como mata-verrugas porque sua seiva - usada pelos indígenas do Amazonas e posteriormente pelos colonizadores holandêses, portuguêses e gaulêses no nordeste do Brasil - era considerada eficaz quando aplicada em verrugas e tumores, particularmente nos localizados na face.

Sabe se que um médico brasileiro chamado Panfílio introduziu o avelóz na medicina convencional pelos anos 1880 ou 1890, mas esta planta permaneceu obscura até a década de1980. Hoje é vendida nos Estados Unidos e Brasil em forma líquida por médicos naturalistas. A literatura promocional recomenda o consumo de cinco gotas em meio copo de água ou chá de ervas, três vezes ao dia, para o tratamento de câncer, tumores benígnos, cistos e verrugas. O avelóz também é comercializado na forma de pomada para aplicação local.
Por ser uma espécie relativamente pouco conhecida, a planta do avelóz, aparentemente, nunca foi analisada quimicamente. Entretanto, é de amplo conhecimento que cerca de 90% das espécies da família das Euphorbiaceas (eufórbio) produzem uma seiva branca semelhante ao látex que é extremamente irritante para a pele e membranas mucosas e podem produzir inflamação na pele, conjuntivite nos olhos, queimação na boca e garganta, diarréia, e gastroenterite.

Os pesquisadores já demonstraram que os extratos de certas plantas na família das Ephorbias realmente demonstram atividades anti-leucêmicas que poderíam se; atribuídas ao fato de que contêm certos ésteres diterpênicos.

Extraído de: http://www.cantoverde.org/cancer/cancer_e_plantasmedicinais.html


AVELÓZ
Euphorbia tirucalli

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Descrição : Da família: Euphorbiaceae. Também conhecida como graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião. Planta suculenta, muito semelhante a um cacto, pode cres­cer até 10m de altura.O tronco principal e ramos principais são lenhosos, marrom-claro ou paradacen-tos. Os ramos jovens são verdes, cilíndricos, lembram lápis - um de seus nomes populares. As folhas são minúsculas, caem muito cedo e suas funções são desempenhadas pelos brotos mais jovens.
Toda a planta verte um látex branco e cáustico quan­do cortada; Foi levada da África para outros países como planta ornamental. Hoje está naturalizada em áreas tropicais da Amazónia, Brasil, África, Ilhas Canárias e Madagáscar; Muito usado como cerca-viva e como barreira protetora contra incêndios.

Habitat: A planta é nativa das Montanhas Atlas, no Marrocos.
História: Os estudos com o Avelós começaram por­que vários pesquisadores notaram que a incidência do vírus Epstein-Barr e certo tipo de linfoma eram endémicos em lugares onde esta planta era utilizada

Avelós também é chamado planta-de-petróleo porque pro­duz um hidrocarboneto muito parecido com a gasolina -chegou a ser estudada pela Petrobrás - pois esta substân­cia pode ser extraída em refinarias convencionais: a estimativa seria entre 10 e 50 barris por hectare cultivado

Seu latex produz uma resina que pode, com pouco esforço, ser convertido num substituto da gasolina. Isso levou o químico Melvin Calvin * propor a exploração de mata de aveloz para a produção de petróleo. Esta utilização é especialmente atraente por causa da habilidade da planta para crescer na terra que não é adequada para a maioria das outras culturas. Também tem sido utilizado na produção de borracha, mas isso não foi uma medida muito bem sucedida. O aveloz também tem usos na medicina tradicional em muitas culturas. Ela tem sido usada para tratar câncer, excrescências, tumores, verrugas em lugares tão diversos como Brasil , Índia , Indonésia , Malabar e Malásia . Também tem sido usado como um remédio de asma , tosse, dor de ouvido, nevralgias , reumatismo , dor de dente, e verrugas na Índia. Há algum interesse em usar o latex como tratamento do cancro. No entanto Euphorbia tirucalli tem sido associada com o linfoma de Burkitt e suspeita-se que possa ser um co-fator da doença ao invés de um tratamento.
Na década de 1980 a Petrobras começou experimentos com base nas idéias que Calvino colocou.

Origem : Tem uma ampla distribuição na África, sendo destaque presentes no nordeste, central e sul da África. Também pode ser nativa em outras partes do continente, bem como algumas ilhas próximas e na Península Arábica, foi introduzida para muitas outras regiões tropicais. Seu status no Brasil é incerto.

Parte tóxica: Todas as partes da planta.

Propriedades : látex irritante.

Princípios ativos: éster 4-deoxiforbólico, beta-sitosterol, casuariina, corilagina, cicloeufordenol, ácido gálico, glicosídeos, euforbina, eufol, euforcinol.ciclotirucanenol, ácidos elágicos, euforeno, hentriacontano, hentriacontanol, ingenol, isoeuforal, caempferol, pedunculagina, fenóis, ésteres fórbicos, proteases, putranjivaína A e B, acetatos de sapogenina, ácido succínico, taraxasterol, taraxerina, tirucalol e tirucalina A e B

Tratamento: Lesões de pele: cuidados higiênicos, lavagem com permanganato de potássio 1:10.000, pomadas decorticóides, anti-histamínicos VO .Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgésicos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa (leite, óleo de oliva). Casos graves: corticóides.Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, avaliação oftalmológica.


Indiciações : verruga, calo, câncer, sífilis, tumor canceroso e pré-canceroso, neoplasias neuralgia, cólica, asma e gastralgia.

Modo de usar:
- Uso interno:
. em um copo de água (200ml) acrescentar 1 gota do látex. Beber 3 vezes ao dia este volume, pela manhã, meio dia e a noite, por uma semana. Na segunda semana passar para 2 gotas, na seguinte passar para 3 gotas e 4 semanas usar 4 gotas;
. 6 gotas de látex do aveloz em 2 litros de água. Tomar um copo 3 vezes ao dia;
. 1 gota de látex em 1 copo de água. Tomar 1 colher (sopa) a cada hora.
Preparar somente no momento de usar.
- Uso externo:
. dores reumáticas: passar o leite diluído 2 a 3 vezes ao dia;
. verruga e calo: pingar 1 gota do látex.

Toxicologia: doses elevadas são tóxicas e podem coagular o sangue. O látex é irritante e cáustico à pele. Se o látex atingir os olhos, pode destruir a córnea. Por ser altamente caústico, o látex precisa ser diluído em água. O látex puro pode provocar hemorragia. Ésteres de forbol são estudados como agentes promotores de tumor, induzindo a formação do linfoma de Burkitt e carcinoma nasofaringeo.
O uso excessivo pode provocar: intensa queimação; pálpebras inchadas; dor ardente do globo ocular; visão borrada; erosão do epitélio córneo; acuidade visual diminuída; fotofobia e cegueira temporária. Pode ser até letal.


Contra-indicações: Planta tóxica - uso desaconselhado; Pode levar à morte, o contato com os olhos pode causar cegueira; o contato com a pele causa queimaduras, úlceras e dermatite; O uso interno do látex pode causar hemorragias e úlcera esto­macal. O uso interno, mesmo em quantidades mínimas e diluído pode causar náuseas, vómitos, diarreias e ulcera­ção da boca e garganta.

Farmacologia: A farmacologia dos princípios ativos não referenda ne­nhum de seus usos na medicina herbalista. Ao contrário, seus compostos o tomam (-no) inadequado para seus usos tradicionais, especialmente o câncer. O látex do Avelós é muito rico em terpenos - estes ésteres fórbicos são muito irritantes é há comprovação clínica de que eles são causadores de tumores. Particularmente um deles, o éster 4-deoxiforbólico, foi documentado clinica­mente corno promotor da infecção pelo EBV, danificador do DNA das células de imunidade e supressor do sistema imunitário geral.
E com o agravante de um extraio de avelós ter provocado a incapacidade das células T de matar o EBV. O EBV é umas das viroses humanas mais comuns - acredita-se que 95% da população adulta dos EE.UU tenham contra­ído o vírus em alguma época de suas vidas. Após a infec­ção inicial ele permanece inativo no sistema imunológico (dentro das células B).
Uma infecção por Epstein-Barr pode levar à mononu-deose e outros portadores podem desenvolver algum tipo de cân­cer - tanto linfoma de Burkitfs quanto carcinoma naso-faríngico.
As pesquisas começaram pela observação de que nas áreas africanas onde o Avelós era usado como medica­mento, geralmente para parasitoses ou como cerca-viva havia uma endemia de EBV e linfoma de Burkitfs. E a con­clusão foi que a exposição direta ao látex ativa infecções latentes do Epstein-Barr e hoje é considerada um fator causal no desenvolvimento do linfoma de Burkitfs - um linfoma não malignável (linfoma de Hodgkkin) que é asso­ciado ao EBV. Na pesquisa, o tratamento de linhagens de células de linfoma de Burkitfs com o látex reativou o EBV latente e provocou crescimento geral do tumor. Desde a década de 70 o Avelós tem sido associado à "cura" para o câncer - com o látex sendo usado interna e externamente.


Extraído de: http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/aveloz.html

7 comentários:

Anônimo disse...
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Anônimo disse...
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Anônimo disse...
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Anônimo disse...

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Divulgue este vídeo para que as pessoas aprendam a utilizar mais uma arma contra o câncer.
AVELOZ (Avelós) - Cura do câncer - Manipulação e preparação - HD
http://www.youtube.com/watch?v=PZrB9lCknd0

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