Total de visualizações de página

domingo, 31 de março de 2013

Tire proveito





"Olhe para a pessoa que lhe causa aborrecimento e tire proveito da oportunidade para controlar a própria ira e desenvolver a compaixão. Entretanto, se o aborrecimento for muito grande ou se você achar a pessoa tão desagradável que seja impossível agüentá-la, talvez seja melhor sair correndo!
Descobri que o mais alto grau de paz interior decorre da prática do amor e da compaixão. Quanto mais nos importamos com a felicidade de nossos semelhantes, maior o nosso próprio bem-estar. Ao cultivarmos um sentimento profundo e carinhoso pelos outros, passamos automaticamente para um estado de serenidade. Esta é a principal fonte da felicidade.A única coisa que importa é colocar em prática, com sinceridade e seriedade, aquilo em que se acredita.
Um coração aberto é uma mente aberta.


Dalai Lama

"Crises" por Albert Einstein




“Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O incoveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e as soluções fáceis. Sem crise não há desafios. Sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.”


Albert Einstein

Enxergue seu valor e construa a autoestima


Enxergue seu valor e construa a autoestima

Acreditar em si mesmo é uma necessidade vital para a vida equilibrada. Com dedicação, dizem os especialistas, todos podem chegar lá

Suzane G. Frutuoso

20% foi o crescimento da procura por cursos e terapias para melhorar a autoimagem em 15 anos
59% dos brasileiros têm pouca confiança em si, segundo estudo da International Stress Management Association no Brasil
Antes de ler esta reportagem pare diante do espelho e faça um exercício sincero com você mesmo. Diga dez qualidades suas. Aponte também pelo menos cinco partes do corpo que lhe agradam. Observe ainda se é capaz de contabilizar mais pontos positivos do que negativos durante seu dia. Lembre o nome de cinco amigos que não são colegas de trabalho. E, com honestidade, assuma seus erros mais recentes. Não conseguiu? Sinal de que a autoestima vai mal - e isso pode prejudicar muito a vida de alguém.
A falta de amor-próprio é um problema histórico do brasileiro, dono de uma autoimagem derrotista. Estudo da International Stress Management Association no Brasil (Isma- BR) aponta que 59% das pessoas no País têm pouca confiança em si. Quem tem baixa autoestima acaba atropelado pelo dinamismo do mundo, ou reage com violência às frustrações, ou mascara a insegurança com símbolos de status. O resultado vai de um simples incômodo a distúrbios mentais graves. Por isso, estimar-se é uma necessidade vital, que não tem nada a ver com arrogância, como se acreditava até 15 anos atrás.
Olhar-se no espelho disposto a fazer uma autoanálise é o primeiro passo para resgatar a autoestima. "Observar-se e perguntar 'o que há de melhor em mim' é um caminho para mudar o ponto de vista sobre quem você é, iniciando o processo de conhecimento interior", diz o consultor Sergio Savian, diretor da Escola de Relacionamento Mudança de Hábito, em São Paulo. Hoje, aprender a dizer "eu me amo" é compreendido como uma atitude saudável e indispensável para se sentir pleno.
Por causa desta crença, estima-se que tenha aumentado em até 20% a procura por cursos e terapias com a finalidade de trabalhar a autoestima desde meados da década passada. Enaltecer em excesso a humildade e tachar pessoas seguras de metidas está em desuso. Uma série de pesquisas indicando as evidências positivas da autoconfiança reforça essa tese. A mais recente é da Universidade da Califórnia, publicada no mês passado no "Journal of Personality and Social Psychology", na qual os pesquisadores comprovam que pessoas com baixa autoestima estão mais sujeitas à depressão.
RISCO Pessoas com baixa autoestima estão mais sujeitas a ter depressão, segundo pesquisas
Há empresas que já entenderam a importância de reforçar a confiança dos funcionários. Perceberam que o assédio moral - quando há ameaças e humilhações - só resulta em queda de rendimento e pessoas infelizes. Uma equipe em equilíbrio gera melhores resultados, é comprometida e responsável. "As novas gerações não querem o stress que consumiu seus pais. Ou as empresas mudam, ou não conseguirão recrutar os bons profissionais", afirma o headhunter Ivan Witt, sócio-diretor da Steer Recursos Humanos. Um ambiente sadio, motivador e flexível, que permita ao funcionário se sentir especial, provocará uma revolução no mundo corporativo.
Antenada com a tendência, a siderúrgica ArcelorMittal Tubarão, no Espírito Santo, desenvolveu programas pensando na saúde global dos empregados, com foco na autoestima deles e de suas famílias. Em encontros periódicos orientados por psicólogos, questões ligadas ao bemestar são tratadas de maneira integral. Saúde física, emocional, relações afetivas e até sugestões de como lidar com dinheiro estão na pauta das reuniões.

VOLTA POR CIMA Daniela Assunção refez a vida após uma relação difícil
"Incluímos os familiares ao percebermos que os problemas do funcionário não são isolados", diz a assistente social Sandra Sabadini, coordenadora dos programas. Mais de 80% da equipe já participou. A pressão e a cobrança do mercado existem. Porém, eles reagem melhor a esses desafios por estarem serenos. Nas avaliações internas, dão média 9 aos projetos. Segundo um estudo da Case Western Reserve University, quando são demitidos, indivíduos com boa autoestima culpam menos a crise e não sentem tanta raiva e pânico.
A confiança em si não excluirá tristezas e erros. Ajuda, porém, a lidar melhor com as adversidades, analisar os problemas, aprender com eles e seguir em frente. Sem drama, sabendo ouvir e sem culpar os demais - atitudes inerentes a quem tem baixa autoestima. A arquiteta Daniela Assunção, 34 anos, aprendeu isso, duramente, na prática. Ela viu um furacão passar em sua vida com o fim de um relacionamento de 11 anos. "Não sabia dizer não, me mesclei demais ao outro", conta. No final, nem identificava mais quais eram os seus reais desejos.
PASSADO Gabriel Rosa: infeliz quando deu ouvidos aos outros
A situação-limite aconteceu há cinco anos, quando descobriu que o ex tinha outra há meses. Além do amor, Daniela perdia o emprego na loja dele. Ainda assim, chegou a pedir para reatar. Comentários como "você é linda, nem precisa ficar triste" a deixavam pior. "Como se ser bonita me impedisse de sofrer", diz. Por três meses, não saiu de casa. Quando tomou coragem, viu que não sabia nem mais conversar. Foi o alerta de que uma mudança era urgente.
Daniela passou a escrever sobre seus sentimentos e a conversar na internet com pessoas na mesma situação. Deu início à sua autocura. Fez terapia, viajou pela Europa, aprendeu a meditar. "Me dei conta de que não preciso temer o erro", diz. Agora, se dedica à consultoria em feng shui (técnica oriental de harmonização dos ambientes). Está solteira e feliz. "Pretendente não falta", brinca. Não ter medo de errar, como percebeu Daniela, é uma das principais características daqueles que têm autoestima. "Todos nós fracassamos em algum momento", disse à ISTOÉ o psiquiatra francês Christophe André, autor do livro "Imperfeitos, Livres e Felizes". "É preciso aprender a se perdoar e seguir em frente." Saber estimar-se verdadeiramente inclui não ter vergonha de desistir, de dizer "não sei", admitir que está com medo, que precisa de ajuda, tirar lições dos erros e deixar para trás as feridas.
Terapia em grupo é uma saída para quem precisa dar o primeiro passo da reconstrução pessoal. Foi o caminho que a escritora Gisela Rao, 44 anos, escolheu, para ajudar uma amiga. Em 2000 ela fundou um grupo no prédio onde morava para trabalhar a autoestima de mulheres em relações que ela chama de tóxicas. "Eu mesma venho de uma família com baixa autoestima", diz. "Por isso, repeti um padrão, me interessando por homens rejeitadores e que me faziam mal." Auxiliar o próximo eleva a crença na própria capacidade - como fez Gisela. "O egoísta nunca está feliz", diz o consultor Savian. A escritora gostou tanto da experiência que a desengavetou este ano, criando o divertido blog Vigilantes da Autoestima.
SINTONIA Reforçar a confiança dos funcionários gera melhores
resultados para as empresas
O desafio de Gisela é vigiar a segurança dela mesma durante 365 dias e servir de exemplo para as seguidoras do seu blog. "Minha autoestima triplicou", diz. Ela retomou os encontros com outras mulheres para discutir segurança, otimismo, autoaceitação. Em clima descontraído e com o respaldo de psicólogas, as reuniões acontecem uma vez por mês em São Paulo. Ao final dos 365 dias, lançará o livro com o nome do blog.


VOZ Eduardo Assunção perdeu o medo de falar em público
Vulnerabilidade à opinião de terceiros é outro traço marcante de quem não se sente seguro o suficiente. Foi a pressão externa que atrapalhou a carreira do produtor de eventos Gabriel de la Rosa, 25 anos. Durante a faculdade de hotelaria, conseguiu estágio na área de eventos e gostou da experiência. Mas era questionado, pois esse é um setor no qual se ganha menos e se trabalha muito. "Diziam que eu era bem preparado e estava me apaixonando por um trabalho menor", conta. As críticas geraram dúvida. Ele largou o trabalho por outro mais convencional e com um bom salário. Em nove meses estava arrependido. Saiu de lá com gastrite. Culpado por dar ouvidos aos outros, Gabriel passou dois meses em casa, com barba por fazer, até uma amiga o chamar de volta para o mercado. Com um salário menor, mas acreditando no novo emprego que lhe agradava, o produtor começou o resgate da autoestima. Hoje, cursa pós-graduação, há três meses faz terapia e está prestes a abrir a própria empresa.
Não gostar de si pode virar algo insuportável, e é característico da baixa autoestima. Um sinal de que o problema existe na nossa sociedade é o fato de boa parte das pessoas se sentir impedida de dizer apenas "obrigado" quando recebe um elogio ou um presente. Agradecer acompanhado de um "não precisava" ou "ah, essa blusa é velhinha" também é sinal de autoestima em desequilíbrio. Atitude comum da fonoaudióloga Vanessa Ma cedo, 29 anos. Bonita, simpática, formada em uma das melhores universidades do País, bem colocada em um acirrado concurso público, Vanessa não consegue acreditar quando a família e os amigos dizem que ela é capaz. "Admiro gente confiante, mas me falta estímulo para ser assim", diz. Ela ainda não tem certeza se deve fazer terapia, mas percebe que a falta de confiança prejudica suas relações.
PERFIL Quem tem autoestima sabe pedir ajuda, tirar lições dos erros e deixar para trás as feridas
Aqueles que conseguem construir a autoestima tão almejada não devem ter medo de expor essa conquista, dizem os especialistas. O empresário Eduardo Assunção, 40 anos, chegou lá. O processo foi sofrido. Dono de restaurante durante 15 anos, entrava em pânico quando precisava falar com mais de dois subordinados em uma reunião ou com clientes. Não sentia que era capaz de passar uma mensagem. Com taquicardia, nervoso, achava-se incompetente. Percebeu que não estava prosperando e precisava mudar.
Depois de um curso de PNL, ele trocou de área (trabalha com soluções em web) e hoje dá palestra para auditórios lotados. Diz gostar de passar conhecimento e que aprendeu a ver em todo problema uma oportunidade. Não gosta quando as pessoas acomodadas chamam os bem-sucedidos de arrogantes. "Ninguém vê o que você fez para traçar um caminho de sucesso", diz Eduardo. Ele compreendeu que, querer o melhor para si mesmo, sem receio de vibrar pelas próprias alegrias, não tem nada a ver com prepotência. É direito de cada um.



Adoção, uma História para Adultos e Crianças:

Adoção, uma História para Adultos e Crianças:


“Há um certo tempo atrás, lá no céu, viviam muitas criancinhas correndo e brincando sem parar.
E todos eram muito, mas muito felizes.
No meio daquelas crianças havia uma menina muito bonita, inteligente e esperta que percebeu que muitos de seus amiguinhos desapareciam assim, de repente,enquanto brincava com eles e sem se saber o por quê.
Então ela, que era muito inteligente, foi conversar com o “Papai do Céu” para saber o que estava acontecendo.
Aproximou-se Dele e disse:
- Papai do Céu?
- Sim, minha filha.
- Por que meus amiguinhos desaparecem no ar, quando eu estou brincando com eles?
- Eles não desaparecem, minha filha.
Respondeu o Papai do Céu.
Eles estão indo nascer lá embaixo na Terra.
Eles desaparecem aqui, mas aparecem lá.
- Então, perguntou a menina:
Por que eu ainda não fui nascer lá na Terra?
- Porque Eu estou escolhendo uma mamãe e um papai para você.
A menina pensou naquelas palavras e decidiu fazer um pedido.
- Posso escolher minha mamãe e meu papai? Posso? Insistiu a menina.
Papai do Céu coçou sua longa barba branca, pensou e depois de algum tempo resmungou:
- Isso nunca foi feito. Eu sempre faço a escolha.
Mas como você mostrou que é muito inteligente Eu vou deixar você escolher.
A menina saiu correndo muito feliz da sua vida e, naquele mesmo dia, passou a olhar aqui para a Terra, tentando escolher sua mamãe e seu papai.
Ela olhava, olhava, olhava, mas achava difícil escolher no meio de tanta gente.
Os dias foram passando até que num dado instante ela conseguiu ver uma mulher rezando aqui na Terra,
dizendo assim:
- Papai do Céu, manda uma filhinha para mim.
Eu sei que minha barriga não cresce, mas manda mesmo assim.
Eu vou amá-la com toda a força do meu coração. Ela vai ser minha filha do coração e eu e meu marido seremos seu papai e mamãe do coração.
Por favor Papai do Céu…
A menina ao ouvir aquelas palavras foi correndo para o Papai do Céu contar a grande novidade:
- Papai do Céu… Achei!
Achei uma mamãe e um papai para mim.
Vem ver, vem ver!
A menina mostrou a mulher aqui embaixo na Terra  para o Papai do Céu que, depois de olhar disse:
- Minha filha, aquela mulher não pode ser sua mamãe.
A barriga dela não cresce e você sabe que as crianças só nascem lá na Terra se a barriga da mamãe crescer.
- Eu sei, mas eu quero ela, eu quero!
O Senhor pode fazer qualquer coisa e eu quero ser Filha do Coração daquela mamãe.
A menina chorava, e mais uma vez Papai do Céu pensou e respondeu:
- Tá bom! Então vou fazer você nascer da barriga de uma outra mamãe e vou avisar sua mamãe do
coração para ir te buscar.
E assim foi. Ao mesmo tempo que a menina nasceu de uma outra barriga, Papai do Céu fez a mamãe do
coração dormir e sonhar.
Neste sonho, Papai do Céu mostrou como era a menina e onde ela deveria buscá-la.
Ao acordar, a mamãe do coração ficou tão feliz que chamou seu marido e juntos foram buscar a menina.
Eles viajaram bastante até chegarem a uma cidade distante.
Lá começaram a procurar pelo lugar onde estava a menina.
Depois de muito tempo e já cansados de procurar, os dois resolveram descansar em um banco de jardim.
Assim que sentaram e olharam para a frente, lá estava ela.
Era a casa que o “Papai do Céu” havia mostrado no sonho e onde estava a “filhinha do Coração.”
Rapidamente correram para lá e entraram.
Dentro da casa havia muitos bebezinhos, cada um em sua caminha dormindo.
A mamãe do coração olhava todos eles, mas não encontrava a sua filhinha.
Após olhar todos eles, a mamãe do coração, quase desistindo, viu que ainda tinha um bercinho
com um bebê todo coberto e enrolado em um lençol.
Toda emocionada, ela se aproximou e puxou o lençol.
Pode ver, então, o rosto da menina.
Sim, era ela, a menina que ela tinha visto no sonho.
Imediatamente, ela a pegou no colo, abraçou-a e chorou de tanta felicidade.
E assim todos juntos, papai, mamãe e filha do coração voltaram para casa onde viveram muito felizes..."

PSICOSSOMÁTICA






O resfriado escorre quando o corpo não chora. 
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. 
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair. 
O diabetes invade quando a solidão dói. 
O corpo engorda quando a insatisfação aperta. 
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam. 
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. 
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. 
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. 
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração enfarta quando chega a ingratidão. 
A pressão sobe quando o medo aprisiona. 
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza. 
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

GANHEI CORAGEM :


Essa crônica de Rubens Alves nos adverte como o povo nivela por baixo.



GANHEI CORAGEM :

Rubem Alves


"Mesmo o mais corajoso entre nós só raramente tem coragem para aquilo que ele realmente conhece",observou Nietzsche. É o meu caso.
Muitos pensamentos meus, eu guardei em segredo. Por medo. Alberto Camus, leitor de Nietzsche, acrescentou um detalhe acerca da hora em que a coragem chega:
"Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos". Tardiamente. Na velhice.
Como estou velho, ganhei coragem.Vou dizer aquilo sobre o que me calei:
"O povo unido jamais será vencido", é disso que eu tenho medo.
Em tempos passados, invocava-se o nome de Deus como fundamento da ordem política.
Mas Deus foi exilado e o "povo" tomou o seu lugar: a democracia é o governo do povo.
Não sei se foi bom negócio; o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade. Basta ver os programas de TV que o povo prefere. A Teologia da Libertação sacralizou o povo
como instrumento de libertação histórica. Nada mais distante dos textos bíblicos. Na Bíblia, o povo e Deus andam sempre em direções opostas. Bastou que Moisés, líder, se distraísse na montanha para que o povo, na planície, se entregasse à adoração de um bezerro de ouro.
Voltando das alturas, Moisés ficou tão furioso que quebrou as tábuas com os Dez Mandamentos.
E a história do profeta Oséias, homem apaixonado! Seu coração se derretia ao contemplar o rosto da mulher que amava! Mas ela tinha outras ideias. Amava a prostituição. Pulava de amante e amante enquanto o amor de Oséias pulava de perdão a perdão. Até que ela o abandonou. Passado muito tempo, Oséias perambulava solitário pelo mercado de escravos. E o que foi que viu? Viu a sua amada sendo vendida como escrava.
Oséias não teve dúvidas. Comprou-a e disse: "Agora você será minha para sempre."
Pois o profeta transformou a sua desdita amorosa numa parábola do amor de Deus.
Deus era o amante apaixonado. O povo era a prostituta. Ele amava a prostituta, mas sabia que ela não era confiável. O povo preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhe contavam mentiras.
As mentiras são doces; a verdade é amarga.
Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo. No tempo dos romanos, o circo eram os cristãos sendo devorados pelos leões.
E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! As coisas mudaram.
Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo.
O circo cristão era diferente: judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas.
As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos.
Reinhold Niebuhr, teólogo moral protestante, no seu livro "O Homem Moral e a Sociedade Imoral" observa que os indivíduos, isolados, têm consciência. São seres morais. Sentem-se "responsáveis" por aquilo que fazem.
Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas.
Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta, se incorporados a um grupo tornam-se capazes dos atos mais cruéis.
Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival.
Indivíduos são seres morais. Mas o povo não é moral.
O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo.
Seria maravilhoso se o povo agisse de forma racional, segundo a verdade e segundo os interesses da coletividade. É sobre esse pressuposto que se constrói a democracia. Mas uma das características do povo é a facilidade com que ele é enganado.
O povo é movido pelo poder das imagens e não pelo poder da razão.
Quem decide as eleições e a democracia são os produtores de imagens. Os votos, nas eleições, dizem quem é o artista que produz as imagens mais sedutoras.
O povo não pensa. Somente os indivíduos pensam. Mas o povo detesta os indivíduos que se recusam a ser assimilados à coletividade.
Uma coisa é a massa de manobra sobre a qual os espertos trabalham.
Nem Freud, nem Nietzsche e nem Jesus Cristo confiavam no povo.
Jesus foi crucificado pelo voto popular, que elegeu Barrabás.
Durante a revolução cultural, na China de Mao-Tse-Tung, o povo queimava violinos em nome da verdade proletária. Não sei que outras coisas o povo é capaz de queimar.
O nazismo era um movimento popular. O povo alemão amava o Führer. O povo, unido, jamais será vencido!
Tenho vários gostos que não são populares.
Alguns já me acusaram de gostos aristocráticos. Mas, que posso fazer? Gosto de Bach, de Brahms, de Fernando Pessoa, de Nietzsche, de Saramago, de silêncio; não gosto de churrasco, não gosto de rock, não gosto de música sertaneja, não gosto de futebol.
Tenho medo de que, num eventual triunfo do gosto do povo, eu venha a ser obrigado a queimar os meus gostos
e a engolir sapos e a brincar de "boca-de-forno", à semelhança do que aconteceu na China.
De vez em quando, raramente, o povo fica bonito. Mas, para que esse acontecimento raro aconteça,
é preciso que um poeta entoe uma canção e o povo escute:"Caminhando e cantando e seguindo a canção."
Isso é tarefa para os artistas e educadores. O povo que amo não é uma realidade, é uma esperança."

Coragem !






Coragem !
Não estamos aqui para brincar, dormir e sonhar;
Temos muito a fazer, cargas para levar.
A batalha é um dom de Deus, encare-a.
Não tenha medo de lutar.
Coragem!
Não diga: os dias são maus, a chance é pequena
Nem cruze os braços dizendo: Oh que pena!
Levante-se em nome de Deus, seja corajoso,
Não fuja da arena.
Coragem!
Por mais enraizada que esteja a maldade,
A batalha seja dura e o dia desagrade.
Não desanime, continue lutando!
Amanhã cantará a felicidade
Maltbie D. Babcock

TEORIA DAS ALMAS GÊMEAS - Emmanuel




TEORIA DAS ALMAS GÊMEAS - Emmanuel



Será uma verdade a teoria das almas gêmeas?

No sagrado mistério da vida, cada coração possui no Infinito a alma gêmea da sua, companheira divina para a viagem à gloriosa imortalidade.

Criadas umas para as outras, as almas gêmeas se buscam, sempre que separadas. A união perene é-lhes a aspiração suprema e indefinível. Milhares de seres, se transviados no crime ou na inconsciência, experimentaram a separação das almas que os sustentam, como a provação mais ríspida e dolorosa, e, no drama das existências mais obscuras, vemos sempre a atração eterna das almas que se amam mais intimamente, envolvendo umas para as outras num turbilhão de ansiedades angustiosas; atração que é superior a todas as expressões convencionais da vida terrestre. Quando se encontram no acervo real para os seus corações – a da ventura de sua união pela qual não trocariam todos os impérios do mundo, e a única amargura que lhes empana a alegria é a perspectiva de uma nova separação pela morte, perspectiva essa que a luz da Nova Revelação veio dissipar, descerrando para todos os espíritos, amantes do bem e da verdade, os horizontes eternos da vida.

A atração das almas gêmeas é traço característico de todos os planos de luta na Terra?  

O Universo é o plano infinito que o pensamento divino povoou de ilimitadas e intraduzíveis belezas. Para todos nós, o primeiro instante da criação do ser está mergulhado num suave mistério, assim como também a atração profunda e inexplicável que arrasta uma alma para outra, no instituto dos trabalhos, das experiências e das provas, no caminho infinito do Tempo.

A ligação das almas gêmeas repousa, para o nosso conhecimento relativo, nos desígnios divinos, insondáveis na sua sagrada origem, constituindo a fonte vital do interesse das criaturas para as edificações da vida. Separadas ou unidas nas experiências do mundo, as almas irmãs caminham, ansiosas, pela união e pela harmonia supremas, até que se integrem, no plano espiritual, onde se reúnem para sempre na mais sublime expressão de amor divino, finalidades profundas de todas as cogitações do ser, no Dédalo do destino.

A união das almas gêmeas pode constituir restrição ao amor universal?

O amor das almas gêmeas não pode efetuar semelhante restrição, porquanto, atingida a culminância evolutiva, todas as expressões afetivas se irmanam na conquista do amor divino. O amor das almas gêmeas, em suma, é aquele que o Espírito, um dia, sentirá pela Humanidade inteira.

Perante a teoria das almas gêmeas, como esclarecer a situação dos viúvos que procuram, novas uniões matrimoniais, alegando a felicidade encontrada no lar primitivo?


Não devemos esquecer que a Terra ainda é uma escola de lutas regeneradoras ou expiatórias, onde o homem pode consorciar-se várias vezes, sem que a sua união matrimonial se efetue com a alma gêmea da sua, muitas vezes distante da esfera material.

A criatura transviada, até que se espiritualize para a compreensão desses laços sublimes, está submetida, no mapa de suas provações, a tais experiências, por vezes pesadas e dolorosas. A situação de inquietude e subversão de valores na alma humana justifica essa provação terrestre, caracterizada pela distância dos Espíritos amados, que se encontram num plano de compreensão superior, os quais, longe de desdenharem as boas experiências dos companheiros de seus afetos, buscam facultar-lhes com a máxima dedicação, de modo a facilitar o seu avanço direto às mais elevadas conquistas espirituais.

Os Espíritos evoluídos, pelo fato de deixarem algum amado na Terra, ficam ligados ao planeta pelos laços da saudade?

Os espíritos superiores não ficam propriamente ligados ao orbe terreno, mas não perdem o interesse afetivo pelos seres amados que deixaram no mundo, pelos quais trabalham com ardor, impulsionando-os na estrada das lutas redentoras, em busca das culminâncias da perfeição.



A saudade, nessas almas santificadas e puras, é muito mais sublime e mais forte, por nascer de uma sensibilidade superior, salientando-se que, convertida num interesse divino, opera as grandes abnegações do Céu, que seguem os passos vacilantes do Espírito encarnado, através de sua peregrinação expiatória ou redentora na face da Terra.

Somente pela prece a alma encarnada pode auxiliar um Espírito bem-amado que a antecedeu na jornada do túmulo?

A oração coopera eficazmente em favor do que partiu, muitas vezes com o espírito emaranhado na rede das ilusões da existência material. Todavia, o coração amigo que ficou aí no mundo, pela vibração silenciosa e pelo desejo perseverante de ser útil ao companheiro que o precedeu na sepultura, para os movimentos da vida, nos momentos de repouso do corpo, em que a alma evoluída pode gozar de relativa liberdade, pode encontrar o Espírito sofredor ou errante do amigo desencarnado, despertar-lhe à vontade no cumprimento do dever, bem como orienta-lo sobre a sua realidade nova, sem que a sua memória corporal registre o acontecimento na vigília comum. Daí nasce à afirmativa de que somente o amor pode atravessar o abismo da morte.

Emmanuel (“O Consolador” – 322 a 330 - Chico Xavier)



PROBLEMAS DO AMOR


“…que vosso amor cresça cada vez mais no pleno conhecimento e em todo o discernimento.
Filipenses, 1:9



O amor é a força divina do Universo.
É imprescindível, porém, muita vigilância para que não a desviemos na justa aplicação.
Quando um homem se devota, de maneira absoluta, aos seus cofres perecíveis, essa energia, no coração dele, denomina-se "avareza"; quando se atormenta, de modo exclusivo, pela defesa do que possui, julgando-se o centro da vida, no lugar em que se encontra, essa mesma força converte-se nele em "egoísmo"; quando só vê motivos para louvar o que representa, o que sente e o que faz, com manifesto desrespeito pelos valores alheios, o sentimento que predomina em sua órbita chama-se "inveja".
Paulo, escrevendo à amorosa comunidade filipense, formula indicação de elevado alcance.
Assegura que "o amor deve crescer, cada vez mais, no conhecimento e no discernimento, a fim de que o aprendiz possa aprovar as coisas que são excelentes."
Instruamo-nos, pois, para conhecer.
Eduquemo-nos para discernir. 
Cultura intelectual e aprimoramento moral são imperativos da vida, possibilitando-nos a manifestação do amor, no império da sublimação que nos aproxima de Deus.
Atendamos ao conselho apostólico e cresçamos em valores espirituais para a eternidade, porque, muitas vezes, o nosso amor é simplesmente querer e tão somente com o "querer" é possível desfigurar, impensadamente, os mais belos quadros da vida.

Emmanuel

quarta-feira, 27 de março de 2013

Limpeza dos chacras




Limpeza dos Chakras 

Os Chakras são pontos energéticos situados em nosso corpo, a respeito dos quais já existe extensa literatura. Os exercícios de meditação para limpeza e energização dos Chakras devem ser praticados com regularidade, até que se consiga sentir reações nas áreas correspondentes aos Chakras. 

Não espere nem procure resultados imediatos. Como em todas as coisas na vida, só com a prática e a regularidade nos exercícios é que se pode reconhecer os resultados. Este exercício vai ajudá-lo a, primeiramente, "limpar" seus campos de energia, promovendo na sequência um equilíbrio através da ativação destes pontos.
Caso note alguma dificuldade insistente em algum dos pontos, é importante realizar exercícios específicos para desbloqueio destes pontos em separado, num próximo passo.

Para realizar esta prática, dê preferência a um ambiente calmo onde você não seja interrompido. Se você mora com outras pessoas, avise-as que estará ocupado pelos próximos 5 ou 10 minutos (depende do tempo de seu relaxamento) e que retornará se alguém lhe procurar ou telefonar.

Selecione uma música tranquilizante e que favoreça a meditação e deixe tocando durante toda a prática.

1 - Visualize em cada chakra durante alguns minutos, as seguintes imagens:

Básico:
» 1 flor vermelha de 4 pétalas.
Sexual:
» 1 flor laranja de 6 pétalas.
Umbilical:
» 1 flor de 10 pétalas amarela.
Cardíaco:
» 1 flor de 12 pétalas verde.
Laríngeo:
» 1 flor de 16 pétalas azul claro.
Frontal:
» 1 flor de 2 pétalas azul anil
Coronário:
» 1 flor de infinitas pétalas na cor violeta.

2 - Imagine que, da palma de suas mãos e de seus dedos brotam botões de flores, que se abrem paulatina e lindamente. Aproveite este momento para admirar estas flores, e "sentir" o momento.

3 - Agora, da palma de suas mãos e de todos os seus chakras saem inúmeras pétalas de flores coloridas que vão direto para o mundo...

4 - Aproveite o momento, e sinta-se bem!

www.reikiuniversal.org/

domingo, 24 de março de 2013

Amar é um verbo de ação. É preciso praticá-lo!









:: Rosana Braga :: 
Por mais que já se tenha falado sobre a importância do hoje, do agora, deste instante, infelizmente ainda perdemos, muitas vezes, esta referência fundamental. Ainda acreditamos no futuro, nos anos, numa vida inteira.

Nada existe de fato, além do que estamos vivendo neste exato momento. Porque para estar vivo, é preciso pulsar. E quanto ao amor, cantou Renato Teixeira, em sua maravilhosa música Tocando em Frente: É preciso amor para poder pulsar...
Sendo assim, o amor não foge a regra. Não existe amor se ele não pulsa, não vibra, se não é praticado com disciplina. No entanto, muitas mulheres, muitos homens e também muitos casais não percebem o valor deste detalhe.

Vivem o amor como se fosse apenas uma teoria, uma condição estabelecida, seja com o nome de casamento, seja com quaisquer outros nomes. Já não encontram tempo nem motivação interior para atuarem nesse sentimento dia-a-dia, passo a passo. Acreditam, ingenuamente, que ele sobrevive a despeito do esquecimento, da indiferença, do tempo, da rotina, da falta de coração.

Sabemos que o mundo capitalista está a todo o momento nos cobrando realização, sucesso, dinheiro, trabalho e mais trabalho. Sabemos que a estrutura em que vivemos pede manutenção e consome boa parte de nosso tempo. É difícil romper com um sistema que se impõe diariamente, sem nos darmos conta. É realmente muito difícil romper com os hábitos automáticos sob os quais vivemos, mas se você deseja pulsar, sentir-se vivo, encontrar um motivo que valha toda a sua história, esta escolha é absolutamente necessária!

Sugiro que você comece a compreender, agora, que amar é um verbo de ação, é um exercício... e como tal, precisa ser exercitado para somente então fazer sentido, gerar resultados! Proponho que você comece com pequenas mudanças, pequenos gestos, nada que lhe vá tumultuar os compromissos.
Um sorriso, em silêncio, acompanhado de um olhar que dure alguns segundos a mais. Isso se chama ‘interesse’. Uma pergunta básica, mas feita de maneira personalizada: Você está bem?. E que pare para ouvir a resposta; olhe nos olhos, como quem deseja saber. Isso se chama ‘cuidado amoroso’.

Uma gentileza qualquer, um elogio inesperado, um beijo... ah... um beijo... Um beijo é capaz de transformar toda a química e todo o ritmo de seu corpo. Um beijo é capaz de transformar o seu dia, a sua vida! Claro que não estou falando de beijos mecânicos, mas do beijo carregado de intenções, de energias, de sentimento. Não precisa durar muito tempo, não precisa acontecer toda hora, desde que você consiga reconhecer o poder que ele tem e possa doá-lo a quem você ama como um presente, uma parte especial de você.

Lembre-se que para se doar é preciso se dedicar. Dedicação demanda tempo, disponibilidade, vontade. Mas demanda, acima de tudo, escolha! É preciso que você escolha amar e, uma vez feita a sua escolha, que você nunca se esqueça de que é preciso praticar hoje, amanhã e depois. Mas se você praticá-lo hoje, agora, já basta...
Afinal de contas, não há amor depois... só existe amor agora... porque o amor pulsa e para estar vivo, você tem de estar pulsando neste exato momento, sempre. Caso contrário, todo o resto - trabalho, dinheiro, sucesso, casa, sonhos, etc. - terá chegado ao fim!

Esteja vivo! Pulse! Pratique o amor!




DIcas para preservar o livro de sua estante.




http://oglobo.globo.com/imoveis/dicas-para-conservar-os-livros-da-sua-estante-7903161?fb_action_ids=436855069730167&fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

sexta-feira, 22 de março de 2013

Você é Luz!





Pelos Caminhos da Vida. Sozinhos, somos estrelas que cintilam... Juntos, compomos o corpo de luz deste Planeta. Trazemos na memória o amor e as conquistas de nossas caminhadas...

Porque temer?

É chegada a hora de "Ouvir" as nossas vibrações pessoais... Cada um... ouça o seu som! Sinta sua Luz! Perceba a verdade que habita seu coração.

Sinta o seu próposito ao longo das eras... Aquiete-se! "Ouça" as estrelas... O universo está aí... Bem dentro de você! Cada astro, cada estrela, cada lua, cada sol... tem seu lugar. Há mais vida, há mais organização do que suspeitamos...

É hora de mostrar ao mundo a sua luz. De fazer vibrar o seu som... É hora de contribuir para o plano maior! Por um mundo melhor... Rituais de passagens são movimentos de renovação e de silenciosas transformações. Deixe-se levar por seu coração.

Ele sabe o caminho... Deixe a luz penetrar... Inspire a força que vem do cosmos, erga a cabeça e caminhe, guiado pela verdade. Seja pleno, feliz, pois você é... "Filho amado de Deus". Que a Luz o Amor e o Poder restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra!


(desconheço autoria).



Auto-Iluminação





Se Deus é luz, a nossa essência espiritual também é luz.Como Deus é espírito, essa luz também é espiritual, não material.

Informam espíritos que, quando uma entidade espiritual de elevada condição ora, sintonizando com o "Mais Alto", todo o seu ser se ilumina de uma luz irisada, com magníficos efeitos cromáticos, num espetáculo de rara beleza.




Estudiosos das influências energéticas dizem que as ações e atitudes que elevam a freqüência vibratória são:

Amor (a mais poderosa)
Prece

Alegria
Esperança

Ações e atitudes que fazem baixar a freqüência vibratória:


Ódio (a de mais baixo teor vibratório)
Desejos de vingança
Inveja
Ciúme
Rancor
Azedume
Mau humor

Assim, a nossa freqüência vibratória se eleva quando sentimos amor (não o sensual), quando oramos, sentimos fé, alegria sã ou esperança.


Olhe para essa flor ao lado. Observe sua delicadeza, sua beleza. Pense no amor... que fez coisas tão puras e tão belas... Pense na luz de Deus, que é puro amor, como sendo a mais poderosa vibração de vida a se expandir em todo o universo...

Procure sentir amizade por tudo que vir, tocar e sentir, para tornar-se uma poderosa fonte de simpatia, interagindo com as forças universais comandadas pelo amor.

Procure ser afetuoso em todas as suas relações, para criar um condicionamento de poderosas energias positivas em seu campo magnético. Isto é bom em todos os sentidos.

A fé e a oração dinamizam energias sutis que atuam em nosso psiquismo. Entretanto, não é o ato de orar que tem valor, mas a participação da alma em sua totalidade mente, sentimentos, emoção) na rogativa, no agradecimento ou no louvor.

Quando a alma se abre na direção da Grande Luz, na dinâmica da oração, forma a ponte por onde lhe chegam o energismo divino e a inspiração superior, desde que os sentimentos estejam em plena harmonia com as leis universais.

Jesus, ao resumir toda a lei, sintetizou-a no amor, não como preceito religioso, mas como verdade científica e cósmica. O grande beneficiário dessa lei é quem a cumpre, ou pratica.


Nós estamos vivendo numa época de muito baixa vibração nos ambientes da Terra e as pessoas mais sensíveis sentem esse magnetismo pesado com mais intensidade. Isto provoca muitos distúrbios, tais como estados de irritação, agressividade, medo, enxaqueca, e vários problemas de saúde. Para aliviar esse quadro a solução está em elevar a própria freqüência vibratória.

Quer confirmar?

Inspire calma e profundamente algumas vezes para equilibrar os ritmos internos.
Imagine que você está no campo, junto a um arbusto florido. Algumas nuvens pintam de branco o azul do céu.

Você vê flores e nuvens. As flores falam em alegria e amor. Sua vibração nos transmite ternura e contentamento. As nuvens, passando, indicam que há céu, há luz, há vida que esplende em outras infinitas dimensões.







Repita mentalmente as seguintes palavras, procurando senti-las em toda a sua profundidade:

Da mente divina, luz infinita, flua luz para a minha mente. Que a minha se ilumine e se enobreça nessa luz. Que essa luz divina percorra todo o meu ser, para que eu vibre na paz e na harmonia.

Do coração do universo, fonte infinita e eterna do amor, flua amor para o meu coração. Que meus sentimentos se engrandeçam nesse afeto de Deus, nesse afeto que vibra em todo o universo, dando a tudo e a todos razões para o existir. Que esse amor preencha todos os meus espaços interiores. Paz e harmonia em todo o meu ser.



Leia lentamente, refletindo sobre o significado destas idéias:

Muita gente luta por altos ideais e em toda a parte a vida está cheia de heroísmo. Seja você mesmo. Principalmente não simule afeição, nem seja descrente do amor, porque mesmo diante de tanta aridez e tanto desencanto ele é tão perene quanto a relva.


Créditos: www.bemviver.org


Sylvie Shining Woman, uma Mulher Medicina





Uma longa e maravilhosa entrevista


Por Thays Prado
Imagens: Vanessa Siqueira + Castelar Alvorada




Nas redondezas do Vale do Capão, uma pequena cidade no coração da Chapada Diamantina, na Bahia, vive Sylvie Shining Woman, uma Mulher Medicina.

De origem francesa e armênia-russa, teve seu pai como primeiro mestre, um buscador que sempre lhe deu subsídios para nutrir profundamente sua espiritualidade. Quando era criança, o via receber em casa yogues, sensitivos e pessoas que conseguiam levitar. E conta que sempre sentiu uma forte conexão com a “Fonte Divina”.

Aos 17 anos, começou a cursar a faculdade de Direito em Vincennes, na França, e, simultaneamente, passou a seguir os ensinamentos esotéricos de Alice A. Bailey, na escola Arcane de Genebra. Após alguns anos, resolveu unir o conhecimento esotérico às experiências que vivia e decidiu fazer uma viagem para o Oriente que durou três anos. Viveu quase um ano em um Mosteiro Tibetano e depois seguiu diversos Mestres e Tradições, além de realizar trabalhos humanitários nas comunidades por onde andava.

A cada nova filosofia com que entrava em contato, ia se aproximando cada vez mais da totalidade do seu ser. Também andou pelas Américas e se aproximou das tradições indígenas norteamericanas, maia e tolteca. Nos anos 80, foi iniciada no Xamanismo, que se tornou um verdadeiro caminho de vida e exerce, ainda hoje, grande influência sobre seus ensinamentos, que Sylvie faz questão de disseminar por meio de cursos e workshops em diversas partes do mundo.

Há 30 anos, vive no Brasil, numa região em que, mesmo nos dias atuais, precisa lidar com coronéis e homens incapazes de ouvir uma mulher. Mas ela não perde a voz, já realizou grandes transformações na região, empoderando as mulheres e as auxiliando a resgatar sua conexão com o Feminino Sagrado.

Na virada deste ano, tive o prazer de conhecer Sylvie pessoalmente, na pousada Castelar Alvorada, onde recebe hóspedes abertos a experiências de profunda conexão consigo mesmos, através de rituais e vivências ligados à espiritualidade.

Com um sorriso muito autêntico nos lábios e um coração que transbordava amor, ela se sentou comigo e me concedeu essa entrevista, que terminou com lágrimas nos olhos – meus e dela.

A que você dedica sua vida?
Ao profundo, ao sagrado e, particularmente, de 34 anos para cá, estou muito dedicada ao Feminino. Ao resgate de tantas mulheres que ainda sofrem abuso, em todos os sentidos – não apenas sexual, mas também mental e emocional. Também quero ajudar a resgatar a voz do Feminino nos homens. A base dos ensinamentos que eu sigo é fundada sobre 3 Leis Sagradas Universais:
1 – Grande Espiríto, que absolutamente tudo seja feito segundo a Sua Vontade.
2 – Tudo nasce através do Profundo Feminino Sagrado.
3 – Nada e ninguém pode machucar a criança.

Como assim?
É através da abertura, do acolhimento e da disponibilidade de se tornar um receptáculo que a luz do Pai Celeste se pousa, é concebida e, assim, a vida se manifesta. Mas se essa luz celestial cai em uma mente rígida, cheia de crenças e padrões, nada se fertiliza e, consequentemente, começamos a trazer doenças físicas, mentais e emocionais, como vemos hoje.

É muito interessante, porque os neurocientistas já descobriram que as pessoas se tornam mais fluidas a partir da inteligência emocional – que é o coração, que é a feminilidade, a inspiração da vida. Essa inteligência libera hormônios que nos fazem ficar mais focados, mais determinados e conseguimos realizar melhor nossos projetos de vida. Para mim, isso é óbvio, afinal, quanto mais você flui a partir de quem você é, da sua essência, mais vai conseguir manifestar a sua missão de vida, o que você veio fazer aqui na Terra.

E como podemos nos reconectar com esse Feminino?
É uma disciplina diária. Não é repetir uma ação, como um robô, todos os dias, até perder o sentido. Mas é se deixar tocar pela vida. É isso que homens e mulheres não estão conseguindo, eu vejo que ambos estão totalmente perdidos.

Precisamos nos voltar cada vez mais para o nosso centro e estar na inspiração do fluir a cada momento, a cada acontecimento. É ouvir a si mesmo, é consagrar todas as suas ações para a Vida. É parar de se preocupar com o mundo e começar a se ocupar consigo mesmo. A partir do momento em que fazemos isso, resgatamos nossa energia, nos amamos, nos cuidamos, nos voltamos para esse princípio feminino e irradiamos cada vez mais essa energia. A fluidez começa a liderar a nossa vida e não é necessário fazer mais esforço algum, porque tudo acontece redondo, do jeito que tem que acontecer. Mas é um trabalho diário…

Na vida prática, como podemos começar a fazer isso?
Não precisamos ficar o dia inteiro em posição de lótus ou dentro de uma sauna sagrada para nos reconectar com o Feminino. Porque nessas situações é muito fácil. A luz tem que estar presente todos os dias de nossa vida. É na hora em que tudo está desmoronando à sua volta, que você tem que estar ali, expressando a mesma coisa que expressa durante sua prática espiritual, mantendo a firmeza com amorosidade.

Se você está no dia-a-dia e algo não está legal, então pare. Pare o que estiver fazendo e volte para dentro de si, se aquiete. E isso você faz em pleno metrô, no avião, em qualquer lugar. Volte para o seu centro e comece a respirar, a observar o que está acontecendo, o que está te incomodando, ou magoando. Não é fazer julgamento, é apenas observar. Então, inspirando e expirando, vá varrendo essas sensações, esses sentimentos, deixe ir.

Se no momento de uma briga ou de uma irritação, uma pessoa que está completamente agoniada ou nervosa decide falar alguma coisa, vai acabar explodindo. Então, o melhor a fazer é se retirar, respirar, passear, fazer qualquer outra coisa. Primeiro é preciso se encontrar, trazer a chama do Puro Amor para o coração, só depois devemos voltar a falar com a pessoa que nos chateou e rever a situação. E também não é chegar até ela e dizer: “viu, eu estou no Profundo Feminino, sou superior”, ou qualquer coisa assim.

Porque tem muitas mulheres que fazem isso. Elas são muito brilhantes, mas dizem: “está vendo, eu estava certa”. Claro que elas têm uma sensibilidade aguda, também por causa do útero, que as torna mais intuitivas e receptivas, mas precisam ter cuidado para não entrar na manipulação, na ilusão de que estão sempre certas e no controle das outras pessoas.

O que experimentamos em nossas vidas quando acessamos esse Feminino?
Ah, o Feminino é um caminho tão lindo… É pela chama do Puro Amor que trazemos à tona as ferramentas certas, que melhor nos servem, que nos ajudam a crescer internamente naquilo que somos. Descobrimos nossos talentos, desenvolvemos os dons que já possuímos e os potencializamos. Quando uma pessoa se trata bem, se ama, ela evita doenças, fica mais presente com o outro, enfim, um leque muito grande de possibilidades se abre e tudo começa a fluir.

Eu, pelo menos, não faço mais esforço nenhum na minha vida. Eu apenas intento e tudo acontece. Eu acho que todos os seres humanos devem chegar a isso.

Por falar em um estado ao qual os seres humanos devem chegar, qual é o convite para a humanidade em 2012? O que devemos fazer?
Irradiar e espalhar o amor. Acredito que será um ano de vitória. Eu andei com os antigos no México e penso que o calendário Maia parou aqui porque não tinha mais pedra para dar continuidade (risos). Na realidade, o calendário para porque, a partir de agora, os seres humanos precisam escolher o que querem fazer. Os grandes mestres estão sumindo propositadamente da face da Terra. Sua Santidade, o Dalai Lama, já afirmou que ele é o último dos Dalai Lama.

Essa é a mudança de 2012. O recado é: “não tem mais nenhuma regra, ninguém vai mostrar mais nada, use tudo o que os mestres já deixaram, tudo o que você já percebeu, caminhou e sentiu até agora, pois tudo o que precisamos saber já está dentro de nós. Agora faça o que precisa ser feito”.

O que deve acontecer a partir deste ano com a consciência humana?
Eu acredito que ainda vai levar alguns anos para que uma grande mudança aconteça, imagino que seja a partir de 2020, mais ou menos. Até lá, o que acontece é uma tomada de consciência: “eu me torno luz, eu me torno amor, eu me torno um ser responsável pelos meus atos”. E isso vai se expandir cada vez mais.

O mundo está tão veloz, tão insano, tantas coisas acontecendo no planeta, que cada vez mais essa abordagem da consciência vai se tornar frequente na vida dos seres humanos, para que eles vejam que assim não dá. Eu viajo pelo mundo todo e percebo que já posso conversar sobre esse assunto com qualquer pessoa, mesmo com aquelas que nunca tiveram nenhum tipo de prática espiritual. Elas estão se abrindo para esse feminino, para esse sopro de vida, porque estão vendo que do outro lado não tem mais nenhuma saída.

Não estamos vivendo uma crise econômica, trata-se de uma crise planetária. E 2012 é o início dessa tomada de consciência, não apenas para grupinhos de pessoas que se encontram, que meditam e praticam uma técnica. É uma mudança global. São pessoas que trabalham todos os dias e, de repente, numa dia qualquer, enquanto estiverem indo para o trabalho, vão parar e decidir voltar pra casa e algo vai mudar dentro delas, por exemplo. São movimentos energéticos doados pelo planeta que vão se manifestar cada vez mais na vida dos seres humanos. E assim vamos começar a modificar, pouco a pouco, o sistema no qual nos aprisionamos até hoje.

Cada vez mais as pessoas começam a se encontrar, a se reconhecer e a ter vontade de criar um novo mundo juntas. Isso vai levar tempo, mas já estamos começando. É o fim de um ciclo e o começo de outro. Será um ano de vitória, pois deixaremos as camadas do velho, e os novos paradigmas do que vai ser o planeta Terra vão se manifestar por eles mesmos.

Quais são as crenças que mais nos aprisionam hoje e de que precisamos nos libertar?
São as crenças de apego. Apego ao dinheiro, às conquistas, ao ter, a tudo. A gente direcionou toda a nossa vida, há milhares de anos, ao ter, ao adquirir, ao armazenar, ao acumular. E não somente bens materiais, mas também pessoas, companheiros, filhos – eu não tenho um filho, meu filho veio através de mim, mas ele não é meu. Traçamos um caminho de conquistar cada vez mais inteligência mental, informações, títulos, espaço físico, espaço na mente de outras pessoas. E agora é o momento de, simplesmente, Ser o que Somos.

E dá mesmo para confiar que nosso mestre interno sabe o caminho?
As respostas já estão realmente dentro nós?
Sim, porque temos o conhecimento silencioso, conectado com a Fonte Divina. Sempre digo isto nos meus seminários: existe algo muito maior do que o que somos. E se você confia verdadeiramente nisso, não há dúvidas, não há medo. Porque o amor é maior do que qualquer medo.

A energia atrai energia, a força chama a força. É uma escolha. Se você se conecta com a Fonte, seu mestre interno está vivo dentro de você e ele se revela. E não importa a filosofia ou a tradição que você siga, porque todas elas são a mesma. Mas se você não faz um movimento para que isso aconteça, acaba preso nos medos, nos apegos, duvida de si mesmo e perde, pouco a pouco, essa conexão.

A iluminação não é um estado em si que se alcança e pronto. O Buda não se iluminou e acabou. São momentos de realização própria, onde se alcança um estado de libertação total. Depois você volta a outro estado, mas aquele momento é de conexão com sua Essência Primordial, com sua fonte. E desse lugar, você sabe o que tem que fazer. A partir desse momento, você é seu mestre.

Você sempre diz que deuses nós já somos, agora precisamos aprender a ser humanos. O que isso significa?
Somos seres de luz, seres extraordinários, que decidimos reencarnar como seres humanos no ventre de uma pessoa que escolhemos, para viver certas experiências aqui na Terra. Mas como não conseguimos lidar com o que somos, criamos, com a nossa mente, um mundo ilusório e vemos Deus como algo fora de nós. A gente se fragmenta.

A partir do momento que incorporamos Deus e entendemos que somos uma centelha da faísca de Deus, passamos a viver, verdadeiramente, a nossa humanidade. Agimos, falamos, trabalhamos, respondemos à vida com divindade. Se já viemos com essa chama de luz, não é espiritualidade o que está nos faltando, mas humanidade. Porque falta a compreensão de que somos um único ser.

E como seres humanos, sempre teremos um lado de sombra?
Sim, somos luz e sombra. A gente tem que aprender a lidar com o que é.
A Terra é verdadeiramente um laboratório e viemos para cá para experimentar tudo. Cada um veio com uma bagagem e uma certa frequência para aprender alguma coisa. Cada um vem viver, nesta vida, exatamente o que precisa, com esse pai, essa mãe, esses filhos, esse namorado… Você cria esse núcleo para aprender com cada um deles o que você necessita resgatar dentro de si para recuperar a sua unidade. E a gente faz isso dançando com a nossa sombra, porque é com ela que aprendemos.

Então, precisamos perguntar a ela: “quem é você? O que eu tenho que aprender com essa situação que sempre se repete e eu não estou vendo?”
E ela vai lhe falar. Porque ela está ali para você crescer. As pessoas e situações vêm para nos trazer essas informações. Mas, como somos prepotentes, nos indignamos, nos defendemos, achamos que aquilo não pode acontecer conosco e nos afastamos de nossa Fonte. Nesse momento, o Profundo Feminino nos diria para nos aquietarmos, respirarmos e escutarmos. Pois é com essa escuta que algo vai acontecer dentro de você. Então, não é negar a sombra, é olhar para ela, acolhê-la, irradiar luz, curar o que precisa ser curado, liberar essa bagagem e viver a sua verdadeira paixão.

Todo mundo tem a sua paixão na vida?
Cada um tem a sua. Somos seres apaixonados. Mas como a gente anda na vida “de bengala”, cheios de carências, a gente pensa que a paixão vem do outro, que é o outro que vai nos deixar apaixonados. Mas a paixão é essa faísca de vida pulsando dentro da gente e em tudo o que a gente faz. E a gente se encontra com o outro para poder partilhar isso, não para sugar ou se alimentar da paixão do outro. De todo modo, é impossível se sustentar com a paixão do outro, tudo tem que ser feito pelo seu próprio amor, que é irradiado para você mesmo, para suas relações e para tudo o que você faz.

Da maneira como você diz, tudo parece muito simples, mas não é tão fácil assim, né?
É tão simples, tão simples… que quase ninguém consegue alcançar. Porque somos muito sofisticados e nos afastamos cada vez mais dessa simplicidade. Mas é pela simplicidade que a gente vai voltar a ser humano mesmo.

Essa sofisticação é uma distração da mente?
Eu diria que é uma fragmentação. O poder, a ganância, o dinheiro, a conquista, o controle, a manipulação, o ego, tudo isso é sofisticação.
A simplicidade é o amor que flui no coração e, então, tudo se realiza. Por isso é que eu digo que ainda tem muito trabalho a ser feito aqui na Terra para a gente alcançar o que tem que alcançar.

Qual é o seu sonho para o planeta?
Meu sonho é ajudar a criar os novos mapas de navegação planetária através da Chama Eterna do Puro Amor. Que essa visão vele, guarde e perpetue as Leis Sagradas Universais da Sabedoria Milenar e acompanhe todas as crianças da Terra, lhes oferecendo um futuro mais harmonioso, gerado pela beleza de ser e de viver, com respeito e dignidade, sem nenhuma ameaça de violência física, emocional ou mental. Que elas possam voltar a conquistar a alegria de seus corações. Que vivam livres e felizes.

Esse é o meu sonho para todas as gerações futuras. Um mundo livre, sem qualquer condição ou controle, onde as águas fluam em abundância sobre a face da Mãe Terra para que as crianças permaneçam na sua inocência. Que a chama do Puro Amor volte a se manifestar e flua para os filhos da Terra, porque a partir do amor vem todo o resto, a paz, a harmonia, a dignidade, o equilíbrio…

Depois de algumas lágrimas, Sylvie terminou a entrevista dizendo:
 “eu sempre fico emocionada com as crianças”.

Extraído de: http://www.maistato.com.br/2012/01/19/pelo-resgate-do-sagrado-feminino/

Um mal chamado ORGULHO


por Elaine Oliveira


Definido como um sentimento elevado de dignidade pessoal, entre várias outras explicações, o orgulho está sutilmente entre as piores qualidades do ser humano, principalmente quando em demasia.
Embora seja de fato ruim, ainda tem gente que acredita ser uma coisa boa, só não sabem explicar o porque. "Eu tenho o meu orgulho"; "Tenho um nome a zelar"; "Tenho uma reputação"; É o melhor que podem explicar?

O ruim, não é o fato de terem essa característica em sua personalidade, mas sim o fato de aceitar viver com isso, mesmo que este seja o motivo que afastar todos a sua volta.

O orgulho, moderadamente e reconhecido, pode com toda a razão ser bem canalizado tornando-se mais aparente em momentos de satisfação pessoal. Quem pode culpar a pessoa que trabalhou duro para ser reconhecido e se sentir orgulhoso com isso?
O problema é conseguir moderar esse tipo de sentimento.
Mesmo tornando-se comum ter pessoas orgulhosas em nossa convivência, difícil mesmo é lidar com quem não quer moderar e nem admitir ser exagerado. Tanto orgulho chega a cegar, a ponto de fazer com que não perceba o mal que faz a si mesmo "usando" o orgulho de forma tão demasiada, acaba prejudicando também aos outros.

O orgulho impede de reconhecemos nossos erros, de pedir perdão a quem amamos. Faz sofrer aos outros, e principalmente a nós mesmos. O orgulho é o sentimento que faz as pessoas matarem umas às outras assistindo a uma partida de futebol. Leva a pessoas a desistirem da própria vida ao sofrer uma decepção, uma situação constrangedora. Separa casais por motivos banais.
O orgulho não só nega o ato de perdoar, como também não aceita o perdão dos que nos magoaram. Faz com que nossa mente seja transformada a ponto de preferirmos viver com aquela mágoa, ao aceitar o perdão e prosseguir a vida.
É o que leva um homem a agredir uma mulher ou uma criança; um político ser bandido e ainda querer continuar no poder; uma pessoa recusr-ser a pedir desculpas.

Já dizia William Shakespeare "Quem é orgulhoso a si próprio devora."

Até mesmo o ódio é reversível.
Pois odio não condiz com bem estar, se torna insuportável a longo prazo

Mas o Orgulho, tem a finalidade única de destruir a nós mesmos no final por se esconder atrás de conceitos "bons", que somente orgulhosos acreditam existir.
Afinal, não se pode lutar contra algo que não acredito me fazer mal.


"O orgulho é o caminho do erro"  (Antero de Figueiredo).,


Reconhecer estar errado em seus atos, acredite, já é um grande passo!

Elaine Oliveira

extraído de:

http://depalavraseatos.blogspot.com.br/2010/04/um-mal-chamado-orgulho.html

Só perdemos o que não temos


Só perdemos o que não temos

Na última semana, terminei de ler um livro que um amigo muito querido me presenteou. Falava de auto-descoberta, auto-conhecimento – tratava de temas complexos sobre o expandir da consciência, ampliar o olhar sobre si mesmo – tudo banhado de espiritualidade e conceitos da psicologia. Enfim, dentre os inúmeros temas que pude revisitar ao ler esse livro, um em especial me chamou a atenção: a morte. Nesse capítulo o autor deixava claro um ponto que quero compartilhar com você: a questão da perda.

É verdade que toda perda é um processo dolorido, sofrido. Um processo que nos faz pensar e repensar, refletir sobre nossas vidas, nosso tempo, a forma como aproveitamos ou não esse milagre que é viver e se relacionar, estabelecer relações. Tudo isso faz sentido se ampliarmos o conceito da morte e compreendermos que morremos todos os dias e, renascemos todo amanhecer. A morte nada mais é que o fim de um ciclo e início de outro.

Desapego

E, se morremos, ou melhor, perdemos algo de um lado, de outro ganhamos com certeza. Morrer, romper, terminar, deixar – tudo isso demanda desapego, amor próprio, demanda o aceitar, confiar e agradecer o que recebemos. Um alento é saber reconhecer que só perdemos o que não temos. Explico: só perdemos o que não é nosso, não nos pertence, não agrega, não soma, não nos faz melhor.

Vou tentar clarear… Se só perdemos o que não temos – tudo o que temos levamos conosco. Sensações, emoções, sentimentos – tudo o mais é transitório. Isto é, se alguém próximo se foi, podemos sempre ficar com o que construímos. Com o que vivemos e experimentamos juntos. É de fato só isso o que temos – bons ou maus momentos.

Talvez por isso muitos afirmem que a felicidade é uma soma de bons momentos… Ser feliz é estar mais feliz do que triste no tempo que temos para administrar nessa passagem. O quanto antes conseguirmos entender que a vida é uma passagem, viver se tornará muito mais possível além de mais prazeroso, mais delicado.

Então, exercitar o desapego, o soltar as amarras e travas que nos distanciam do que temos de melhor – nós mesmos – ficará muito mais fácil. Saber o que temos é, por isso, parte do nosso crescimento.

Do nosso auto-conhecimento, nossa auto-descoberta. E, para tanto, precisamos passar a olhar com os olhos da verdade, da beleza, da ética, do amor… No mais, tudo vai dar certo.

Máscaras

A questão é que, por vezes, temos tanto medo de olhar a nossa verdade que utilizamos diferentes artimanhas para nos afastar desse nosso centro. Vivemos assim com base no medo de sermos descobertos; na ilusão de que vamos conseguir enganar a todos, inclusive a nós mesmos e, nesse sentido, inflamos nosso ego, praticamos a vaidade, nos apegamos a uma imagem ou imagens que não podem ou jamais serão nossas.

Por isso sofremos. Sofremos nas nossas relações, na nossa existência. Afinal, bem no nosso íntimo sabemos que a máscara que tanto lustramos um dia cairá. E então vamos de uma única vez nos deparar com tudo o que fizemos para tentar tapar o sol com a peneira – a nossa alma, nossa essência – com os véus… Desiludimo-nos, perdemos o outro, perdemos a relação…

Em função de tudo isso fica aqui um convite: faça uma auditoria pessoal. Tente compreender o que é de fato seu e o que não é. Depois de tudo visto, liberte-se. A relação com certeza agradecerá… O outro e o seu ser também.




Créditos: colunistas.yahoo.net/posts/6626.html
Extraído: ficandoben.blogspot.com/

O Orgulho





Orgulho...
Do Germ. ûrgoli

Que quer dizer.. exagerado conceito que alguém faz de si próprio; sentimento elevado da sua dignidade pessoal; que significa também > soberba; pundonor; brio; vaidade; empáfia; aquilo de que alguém pode orgulhar-se.

O orgulho nos induz a julgar-nos mais do que somos; a não suportarmos uma comparação que nos possa rebaixar; a nos considerarmos tão acima dos nossos irmãos que o menor paralelo nos irrita e aborrece.

A Fraqueza Infantil do Orgulho

Todos querem a paz, mas há muita gente que não se dispõe a fazer as pazes. Parece que não acreditam que duas pessoas zangadas ou um casal desavindo se possam reconciliar. Preferem afirmar posições. De fato, o orgulhoso não é inteligente! Se fosse inteligente, já teria percebido que a coisa mais humana é levantar-se dos seus erros e recomeçar cada dia. Não o tentar e agarrar-se aos seus direitos parece força, mas é fraqueza infantil.

Lucidez Orgulhosa

Os teólogos há muito o notaram: a esperança é o fruto da paciência. Deveríamos acrescentar: e da modéstia. O orgulhoso não tem tempo de esperar... Sem querer nem poder estar à espera, força os acontecimentos, como força a sua natureza; amargo, corrompido, quando esgota as suas revoltas, abdica: para ele, não há qualquer forma intermédia. É inegável que é lúcido; mas não esqueçamos que a lucidez é própria daqueles que, por incapacidade de amar, se dessolidarizam tanto dos outros como de si próprios.

Aprendendo a lidar com o orgulho

Este sentimento separa-nos dos outros e só traz atraso para nossas vidas. Mas, com atitudes simples e cotidianas, podemos minar a base que o sustenta até libertarmo-nos dele. É o orguho que os separa de todos os homens, dos irmãos e também de Deus. O orgulho é o é o sentimento de ilusão, sentido da separatividade. Está calcado no medo - no medo de ser subjugado, no medo de não ser amado, no medo da negação, da anulação, da morte em última análise. O que conseguem com atitudes orgulhosas? Muitas coisas. Principalmente, permanecer estagnado em seus níveis e padrões de pensamento. Veja que, pelo orgulho, qtas coisas já aconteceram na civilização.

O orgulho impede de darmos o braço a torcer, como dizem. Que imagem forte, essa, dar o braço a torcer, e que doloroso! Abandonar o orgulho parece doloroso; é como se tivessem que, ao renunciar a ele, transformar-nos nas últimas criaturas da Terra. O orgulho parece colocar-nos de pé, parece ser nossa proteção e nossa identidade. Mas ele provoca grandes atrasos em nossas vidas. O orgulho nos afasta dos outros, em primeiro lugar. Ao não abandonarem nossas opiniões, nossos conceitos, nossas próprias verdades, não entramos em acordo com os outros nem nos permitimos modificar. O orgulho é algo que precisa ser combatido e eliminado. Ele fala fundo, sabemos, é aquele senso tb de resistência, de não-entrega, de não-mudança. Mas, vejam que, enqto tivermos orgulho, temos tb conflito, temos guerras, temos desentendimentos, temos sofrimento. Qto mal nos traz esse sentimento humano!

É possível abrir mão do orgulho, é possível abandonar essas posições rígidas em favor da Unicidade? Sim, e alguém tem de dar o primeiro passo. Alguém tem de começar para permitir ao outro fazer o mesmo, e aí está o grande dilema: como eu vou abrir mão do meu orgulho e ceder à vontade e aos caprichos do outro? Ele vai me fazer vítima do orgulho dele, vai me fazer ser subjugado, submisso à vontade dele.

Também não é assim. Abandonar o nosso orgulho não significa sujeição, submissão, desde que tenhamos firmeza nos nossos propósitos. Desde que continuemos nos pautando no que é melhor para nós. O orgulho é um valor tão arraigado no comportamento humano que sequer imaginamos o que seria nossas vidas sem ele. Mas é sim possível manter-nos no nosso estado de valores, manter-nos na dignidade, na integridade sem esse nefasto orgulho.

É ele que impede de pedirmos desculpas, mesmo qdo reconhecemos estarmos errados. É o que nos leva na direção contrária a que intimamente sabemos ter de irmos, só para não dar o braço a torcer, só para não fazer a vontade do outro. O orgulho impede de sermos razoáveis, generosos, de procurar um ser querido, de dar algo de nos para o nosso semelhante. O orgulho é aquela coisa de eu não vou dar, me rebaixar e humilhar, porque ele vai se sentir o vitorioso. Pois a perda desse orgulho, a negação das atitudes que ele nos pede e nos incute a tomar, pode trazer-nos efeitos e consequências realmente saudáveis para o nosso ser.

Pedir desculpas; dar algo de nós que a consciência, pesada e amargurada, pede que se dê; procurar o outro para uma reconciliação. Tantas atitudes são possíveis para quebrar esse orgulho. A regra é simples: o orgulho é o que os nos separa do outro. Então, a negação dele é tudo que nos une ao outro. É por esse critério que devemos nos guiar. E veremos que, como abrindo mão do orgulho, ganharemos paz. Qdo é uma atitude serena, realmente motivada pela tentativa de Unicidade, nós não estamos minimamente incomodados ou preocupados com o braço a torcer. Nós saberemos e nos contentarremos com a paz que a vitória sobre o orgulho nos traz. Quem não se sente aliviado em confessar um erro, em pedir desculpas? Se o outro aceita o erro ou aceita as desculpas, realmente, é problema dele. O que importa é que fomos lá e pedimos, tivemos essa iniciativa.

Perdoar é outra grande vacina contra o orgulho. Perdoar os erros alheios, as ofensas, o que se disse e magoou. Não se trata de deixar para lá, de tentar esquecer. Perdoar é liberar-se da carga que o orgulho impõe, da mágoa. Isso é perdoar. O perdão tb alivia, tira todo um peso de nossos corações. Se podemos pedir desculpas pelos nossos erros, por que não podem tentar desculpar os outros pelos deles, não é mesmo? Agora, perdoar, para isso, não é preciso que o outro venha e lhes peça desculpas. Exigir a retratação do outro seria também uma atitude do orgulho. Perdoar pode ser algo íntimo, de você com você mesmo. É até bom comunicar isso à pessoa: você não me deve nada, compreendo sua atitude, você talvez não a tomasse se pensasse melhor. Mas quero que saiba que não estou magoado, ressentido, que botei uma pedra em cima e pronto, passou. Perdoar alguém alivia o fardo da culpa do outro. É um ato de extrema caridade, um gesto de grande unicidade, que liberta o outro de seus pesares - e nosso, de nosso orgulho.

Veja que não é difícil livrar-se dos pesos emocionais, das energias incômodas que o orgulho, como ímã, está a atrair para nós e nossas vidas. Veja que a humildade, a simplicidade, o reconhecimento da falha humana, seja em nós ou no próximo, é tão libertadora. Se todos fossemos livres para experimentar e errar, livres do orgulho que nos manda também seremos sempre os certos, na sociedade teríamos outros valores, outros rumos no trato com as pessoas. O orgulho guarda os ressentimentos, alimenta aquelas feridas e mágoas pela vida inteira. Abrindo mão do orgulho, nem guerras teríamos. O que é toda essa questão que vivemos, por ex:, a questão histórica da Palestina e de Israel senão uma grande rocha de orgulho? Por que não podem ceder um milímetro israelenses e palestinos em suas posições? Por causa do orgulho. Um não quer abrir mão do que acha que é seu, o outro não quer parar de opor resistência.

Se um dos lados apenas dissesse bem, recapitulamos nossa posição, a partir de hoje queremos nos entender, não vamos mais brigar por isso, poderiam deixar até que mediadores neutros estabelecessem um acordo. O mundo todo tem grande interesse na paz entre esses dois povos, e, mesmo assim, está lá o orgulho das raças a insisitir, insistir naquelas mesmas posições.

O orgulho é pernicioso para nossas vidas, para nossa paz. Ganhariamos muito se pudesemos nos livrar dele. É possível irmos fazendo isso nas pequenas coisas, nas pequenas vontades, nas picuinhas, como nós chamamos. Pedir desculpas. Ceder numa coisa não importante. Oferecer-nos em ajudar qdo solicitados, mesmo que aquela pessoa não tenha iniciativa de ajuda para conosco. Ora, com pequenas coisas, podem ir minando a estrutura do orgulho, fazendo pequenos buranquinhos no alicerce dele, até que ele todo venha abaixo.

O orgulho nos impede, muitas vezes, de desabafar, de contar algo que nos oprirme e incomoda. Tentemos não pemitir que ele nos traga pesos e a manutenção de certas situações nos oprime. Tenhamos a atitude humilde e corajosa de irmos lá e resolver. Confessar um erro, pedir desculpas, dar perdão em pequenas coisas de nossa vida, vejam o alívio que isso traz. Livrando-nos desses pequenos pesos nós vamos também tornando-nos fortalecidos e lúcidos para tratar dos pesos maiores. É assim que se trabalha com esse terrível orgulho: aos poucos, e humildemente, começando com pequenas coisas. Os ganhos que teremos nos animarão a deixar de lado e resolver até as situações que, no nosso julgamento de valor, são mais graves. Qdo formos ver, estaremos nos reconciliando e nos unificando até com grandes desafetos do passado. Estaremos muito mais flexíveis em nossas opiniões, colocaremos a cabeça no travesseiro e poderemos dormir em paz.

Abandonar o orgulho é como tirar um imenso peso de nossas almas. E é mesmo: o orgulho nos oprime, nos impede de expressar com a beleza e a nobreza que nos é peculiar, que nos é própria como ser espiritual. Pensemos nisso. Nos pequenos orgulhos que podemos ser vencidos, nas pequenas atitudes cotidianas que vamos livrando-nos do peso que o orgulho acarreta em nossas vidas, haverá um tempo em que todos, movidos pelo exemplo salutar de todos, estaremos também dispostos abrir mão desse orgulho - e se não estiverem, repito, não temos nada com isso. Se perdoamos, mas o outro, naquele momento, não aceita o perdão, continua magoado ou bravo, o problema realmente não é nosso. Nosso problema é vencer o nosso orgulho.

Se os outros quiserem permanecer orgulhosos, não podem tomar uma inciativa de perdão, por ex:, com uma expectativa de contrapartida do outro, pois isso não é uma atitude completamente liberta do orgulho. A atitude libertadora é sempre a que parte de nós para o outro. Pode ser que, com nossas atitudes, outros também venham e nos perdoem, e desfaçam os mal-entendidos; outros que nem esperávamos. Porque vamos nos desanuviando, vão rompendo as amarras de uma série de situações em nossa vida. Dar o perdão para A, e somos também perdoados por B. Na vida, a compensações podem não ser tão diretas, os retornos nem sempre vem do lado que se quer. Entender isso e contar com isso também é uma negação do orgulho: fazer sem esperar recompensa. Pensem nisso, meus filhos, e comecem a exercitar o desmonte do orgulho em pequenas e cotidianas situações de nossa vida. Qdo perceberemos, a leveza que isso nos trará não pemitirá mais que o orgulho e as grandes resistências nos sustentem. Na paz e na luz de Deus me despeço, Aprica.




Créditos: Canalizado por Regina Gianetti