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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Captar o Outro


Amor é a única maneira de captar outro ser humano no íntimo de sua personalidade. Ninguém consegue ter consciência plena da essência última de outro ser humano sem amá-la. Por seu amor a pessoa se torna capaz de ver os traços característicos e as feições essenciais do seu amado; mais ainda, ela vê o que está potencialmente contido nele, aquilo que ainda não está, mas deveria ser realizado. 

Além disso, através de seu amor a pessoa que ama capacita a pessoa amada a realizar essas potencialidades.

 Conscientizando-a do que ela pode ser e do que deveria vir a ser, aquele que ama faz com que essas potencialidades venham a se realizar.”


domingo, 15 de outubro de 2017

Reencarnação - Aspectos científicos Anderson F

As Ondinas- espírito da natureza.



Os Elementais são seres singulares e misteriosos, multiformes, invisíveis, sempre
presentes em todas as atividades da Natureza, além do plano físico. São veículos da
Vontade Criadora, potencializadores das forças, leis e processos naturais. Sua
existência é constatada por muitos e ignorada pela maioria.
Geralmente são controlados e conduzidos em grupo, tendo mais ou menos consciência, dependendo do seu nível evolutivo.
Os povos antigos se referiram a eles no passado, e milhares os viram e ainda os vêem,
quando são videntes, ou quando exteriorizados do corpo físico; e farta é a literatura
espiritualista que os noticia; e, no próprio Espiritismo, há referências sobre eles, que
são, aliás, figuras vivas e familiares a muitos médiuns videntes e de desdobramento.
Em geral, para observá-los há a necessidade de uma fitoconvivialidade ou seja, uma interação harmoniosa com a natureza, daí que aos clarividentes vegetarianos é mais fácil a sintonia com o reino elemental, ou pelo menos observá-los.

"Possuem um metabolismo intra-luminoso de grande velocidade; são transmissores de
energias espiritualizantes para as substâncias dos planos inferiores da Natureza, no
campo físico, e formadores das grandes correntes de energia reduzida, que utilizam
como espíritos da Natureza."
"Os mundos etéreos, onde se manifestam, são formados de matéria rarefeita de maior
ou menor densidade."
Formam várias classes, cada uma delas com seus próprios habitantes, nos próprios
planos, todos se interpenetrando, como no arco-íris, isto é: os de menor densidade
interpenetrando os de densidade mais pesada.
São seres em início de evolução.
Encontram-se em toda parte: na superfície da terra, na atmosfera, nas águas, nas
profundidades da sub-crosta, junto ao elemento ígneo. Invisíveis aos olhares
humanos, executam infatigável e obscuramente um trabalho imenso, nos mais
variados aspectos, nos reinos da Natureza, junto aos minerais, aos vegetais, aos
animais e aos homens.
"A forma desses seres é muitíssimo variada, mas quase sempre aproximada da forma
humana. O rosto é pouco visível, ofuscado quase sempre pelo resplendor energético
colorido que o envolve."
São embriões de mentes humanas. Encarnarão primeiro entre os
selvagens. Apresentam já esse condicionamento na sua união com os elementos da
Natureza e no fato de se esquivarem ao contato do homem preferindo a solidão dos
ambientes silvestres. Como estacionam em nível elementar de evolução mental,
recuam diante do desconhecido até que lhes capte a confiança e então tornam-se
totalmente submissos, sem capacidade de discernir numa orientação própria. Não
conseguem sobrepor-se à mente mais poderosa que os comanda. Por isso há homens
conhecedores dos mistérios do pensamento e da vontade que influem e dirigem os
elementais para alcançar propósitos pessoais. Desejamos alertá-los para o fato de
que estes seres possuem a capacidade de formar hábitos e não se conformarão
facilmente em modificá-los se seus irmãos mais desenvolvidos habituarem-nos a
determinadas práticas. A responsabilidade de quem dirige seus poderes mentais é
enorme e carregará consigo o séquito de de seus colaboradores, suportando-lhes as
tendências, que ele próprio se incumbiu de alimentar.
Os espíritos da natureza, em geral são comandados pelo que na tradição oriental costumou-se denominar de Devas. (anjos), são espíritos de níveis diferenciados, sempre nobres, que coordenam seus movimentos e cuidam de seu processo evolutivo. Fazendo que estes elementais da natureza usem de seus processo interativo de uma forma pró- evolução.
Os magos são Àqueles que justamente, ao longo mde muitas vidas conseguiram interagir com esse reino da natureza. Hoje, sabemos que não há necessidade desse saber, na medida que espíritos devas- coordenadores evolutivos dos elementais - é que de fato coordenam os processos de limpeza e reurbanização espiritual. Esses devas poderão se r chamados de diferentes nomes , segundo a tradição espiritual ou religiosa de cada povo ou pessoa.
as Ondinas, os elementais da água, funcionam na essência invisível e espiritual chamada éter úmido. A beleza parece ser uma característica comum dos espíritos da água. Onde quer que as encontremos representadas na arte e na escultura, são sempre cheias de graça e simetria. Controlando o elemento água - que sempre foi um símbolo feminino – é natural que os espíritos da água sejam com mais freqüência simbolizados como fêmeas. Existem muitos grupos de Ondinas. Algumas habitam cataratas, onde podem ser vistas entre os vapores; algumas, vivem nos riachos, nas fontes, no orvalho das folhas sobre as águas e nos musgos; outras tem o seu habitat nos pântanos, charcos e brejos, entretanto outras, ainda, vivem em claros lagos de montanha. Em geral quase todas as ondinas se parecem com seres humanos na forma e tamanho, embora aquelas que habitam os rios e fontes tenham proporções menores. Normalmente elas vivem em cavernas de corais ou nos juncais à margem dos rios ou das praias.
São utilizadas pelos espíritos -mentores na higienização de ambientes,limpeza, desobstrução e desassédio e desbloqueio. Trazem as energias do mar para curas e refazimento psíquico. Mas o contato é sempre com um falangeiro que cuida desse aspecto da energia da natureza. Magos brancos antigos que cuidam do processo evolutivo desse reino ou que aprenderam ao longo dos séculos a lidar com os mesmos de forma evolutiva e benéfica para a economia espiritual planetária.