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segunda-feira, 9 de julho de 2012

ANÁLISES ESPIRITUAIS SOBRE A LUTA DO ANO- Anderson Silva X Chael Sonnen. NOSSA ADORAÇÃO PELA VIOLÊNCIA: O UFC, O UMBRAL E A REGENERAÇÃO PLANETÁRIA.




“Esse cara é um marginal, uma escória do esporte. Não merece estar no UFC. Teve problema com a Justiça americana, problema com doping, não respeita nada. Esse cara é um imbecil. No dia 7 vou acabar com a cara dele e com cada um dos dentes da boca. (...) Por baixo, por cima, de lado, em pé… Ele vai apanhar, vai apanhar muito. Não tem conversinha dessa vez. Quando entrar lá dentro vai engolir todos os dentes da boca dele. Vou arrancar dente por dente. Depois que eu bater nele muita gente vai ficar assustada com o que vai acontecer com o esporte. Estou dedicado, preparado para fazer uma coisa que ninguém nunca fez no UFC, quebrar Chael Sonnen inteiro. Perna quebrada, cara quebrada, vou quebrá-lo inteiro. Ele está escutando, vai apanhar muito, vai sair de maca lá de dentro” (Ânderson Silva, sobre Chael Sonnen).



A essa declaração do jovem lutador brasileiro Anderson Silva se seguiu uma série de provocações pré luta que os dois adversários trocaram visando apimentar a luta e estimular a audiência. Deu certo, milhões de pessoas, mulheres, homens, adultos, jovens e crianças assistiram no Brasil e no resto do mundo à luta, considerada por alguns como esporte. Assistiram ávidos de expectativa, sem maiores questionamentos ao que estava acontecendo ali. Considerando aquela briga na tv mero entretenimento.

Mas, infelizmente não é bem isso o que estava acontecendo ali.  Naquele e em outros combates estava ocorrendo o entrechoque de duas forças que decidirão o destino imediato de nosso planeta: As forças primitivas umbralinas, forças que evocam todo o auto-assédio ainda vivo dentro de nós e as forças cósmicas e sutis consubstanciadas em valores educacionais nobres, valores humanos , sensibilidade estética e paz que se contrapõe a todo esse espetáculo umbralino que é o MMA.

Tais declarações de guerra,  lamentáveis são obrigatórias em todas as lutas do MMA e dão o clima do que é esse combate. Sua vibração e as lamentáveis sintonias que elas trazem para dentro de nossa alma. Evocando sombras do nosso passado multimilenar. Vivências que tivemos em outras vidas em que a grosseria, a briga gratuita, a violência e a raiva eram um padrão normal. Sombras que na maioria de nós ainda estão muito vivas ao ponto de vermos tais modalidades de briga na Tv acesos. Atentos, ficamos acordados até às duas da manhã e, percebam, para isso não ocorre sono, nem nada, a motivação vem dos aspectos embrutecidos da alma que ainda se alimenta da virulência e vê nisso uma forma de prazer.

O MMA (abreviatura em inglês para Artes Marciais Mistas), que hoje é a modalidade de luta mais popular do mundo, tomando o lugar do boxe. Mistura de forma piorada, o boxe, o jiu-jitsu e o muay thai. Em que os dois lutadores não se limitam apenas a trocar socos em pé, mas também a trocar chutes e joelhadas, tentar derrubar um ao outro e até a trocar golpes no chão de um ringue em formato de jaula - o octógono. É permitido inclusive esmurrar o adversário já caído no solo. Não é à toa que as lesões no MMA são muito mais graves que as provocadas pelo boxe, sendo bastante comuns casos de dentes quebrados e rostos bastante desfigurados.

Essa febre que chegou aos canais de televisão do Brasil, primeiramente nos canais pagos e devido a grande audiência,  faz parte da grade de programação da poderosa Globo, o UFC (parte final do Campeonato de Combate do MMA) tem no massacre de seres humanos, na agressão em alto nível uns contra os outros sua grande finalidade. As pessoas assistem, torcendo em transe auto assediante um ser humano massacrar o outro, levando a alguns desses competidores a lesões corporais irreversíveis.

Mas, ao que parece, a multidão que não perde um combate de UFC, chegando mesmo a se reunir em família com pipoca e tudo para assistir esses jogos sangrentos, não traz consigo nenhuma preocupação com a vida desses jovens, que depois de terem lesões graves que levam à sérias complicações chegando mesmo às vezes, a mortes prematuras, são rapidamente substituidos, como objetos de arena que são. E como vemos na nossa vida cotidiana, milhares de jovens lotam academias em que a luta é estimulada como fim em si mesma. Nós que lidamos com a educação integral de jovens desde os anos 80, sabemos não se tratar de algo novo. O detalhe agora é a ampliação dos processos de influência anestasiante. O que era antes um nicho reservado aos Bad Boys, é agora algo que é servido a donas de casa, trabalhadores, jovens de forma geral e crianças. Atingindo milhões de pessoas ao redor do mundo todo.

Esse anestesiamento que minimiza a gravidade do que está ocorrendo ali, faz com que ano após ano, milhares de jovens tenho nesse tipo de caminho, uma possibilidade de forma de vida. Fazendo longa fila de novos concorrentes. Tudo pelo dinheiro, pela fama, pelo poder. Aos jogadores doentes o esquecimento. Afinal não servem mais para saciar nossa sede trevosa e indefensável  pela barbárie. Que é na verdade o que este espetáculo mórbido de violência gratuita, estimula em nós. Nossas ancestralidades encarnatórias primitivas e as rememorações de longa estada nas zonas umbralinas e escuras do mundo espiritual. É deplorável ver as pessoas ansiosas para assistir essa bestialidade.

Visto que a publicização deste tipo de atividade de briga ter ampla aceitaçao em nosso íntimo. Vemos o horror mas a afinidade nos anestesia e artigos como este aqui, ficam sendo considerados como coisa de fanáticos. No entanto, não nos move aqui qualquer tentativa de repreensão a quem vê e tem nessa atividade um lazer. Respeitamos isso e não queremos aqui nos julgar melhor ou mais evoluido do que ninguém. Todos que estamos reencarnados sabemos estar em processo contínuo de aprimoramento. Comparações evolutivas são meras demonstrações de orgulho, prepotência e falta de visão espiritual de si mesmo. Cada pessoa tem seus próprios desafios para burilar. Todos temos coisas umbralinas para cristificar. Coisas que demarcam nossa resistente síndrome de saudade do umbral. São vícios, emoções, desejos, pirraças, egoimos, sexolatrias, medos, orgulhos, desafeição, tendência ao revide, lugares complicadinhos que a gente ainda gosta de estar, se sentindo até bem, músicas esquisitinhas que mexem conosco. No entanto, isso não significa que ao percebermos o grau de selvageria de uma prática que não devemos colocar ela a vista. Visando nossa próprio auto-enfrentamento. Podemos ter as dificuldades evolutivas o que não podemos é defender o que é errado, simplesmente por que gostamos. Saber a realidade espiritual e vibratória das coisas nos torna atentos. Vigilantes e começamos a entender que preces,irradiações e vibrações não são artifícios para petitórios nas horas das lágrimas, mas recursos evolutivos de auto defesa espiritual e de auxilio a reurbanização  e asseio espiritual dos ambientes.  

Avisar, publicizar informações avançadas, permitindo que a pessoa possa utilizar essas informações, informações difundidas pela Doutrina Espírita para a humanidade desde o século XIX, visando não conversões, mas o auto conhecimento. Quanto mais informado eu estou a cerca do mundo em que vivo, melhores condições eu tenho para agir com lucidez e sem prejuízos a curto, médio e longo prazos. Nossos jovens vivem em um momento em que a atenção saltuária comanda o ritmo de vida. Se não estivermos utilizando um discurso pedagógico espiritual que alcance suas mentalidades informatizadas procurando atingir seu discernimento e não o seu medo, procurando esclarecer os porquês e não apelando para a emoção, nosso trabalho não surtirá os efeitos positivos que podem ter. Levando as pessoas a perceberem que diante da realidade espiritual nossas escolhas têm consequências. E nem sempre estamos alertas ou cientes de todas as consequências que isso pode ter a nossas mentes e nossa ambiência espiritual.

Um exemplo interessante sobre isso aconteceu conosco. Numa segunda feira, dia 6 de fevereiro de 2012 estávamos falando sobre as questões relacionadas ao carnaval. Falávamos na palestra sobre um fato que deve deixar sempre atento às pessoas que gostam de se divertir em grandes aglomerações musicais. Vejam bem, não só o carnaval. A ambiência espiritual devido ao forte uso de alcoólicos, maconha e outras drogas e as fortes concentração de desejo sexual e libertinagem no ar deixam o ambiente extremamente suscetível a ocorrência de acidentes de percurso. Exigindo Às pessoas que frequentam esses ambientes e no caso do carnaval isso fica mais complexo devido a ser uma atividade festiva  que atinge nossa cidade, o grande Rio, o Estado e todo o país.  o país. Exige de todos uma maior vigilância por que a ambiência espiritual estará mais densa, isso provoca mais brigas, encontros complicados não previstos (gravidez, relação com pessoa que não tem os mesmos interesses evolutivos, etc...), acidentes pessoais não prescritos kármicamente devido ao mau uso do livre- arbítrio. Mortes prematuras, assédios graves. (ler atentamente os diversos casos relatados por exemplo, no livro Nas Fronteiras da Loucura de Manoel Philomeno). seis dias depois ocorre um grave acidente na Estrada do Portela, madureira, Rio de janeiro, em que foliões são atropelados e ocorre uma explosão de uma bomba. Com feridos e um morto. Na segunda feira seguinte muitas pessoas do bairro que assistiram a palestra na segunda anterior, vieram conversar comigo sobre a coincidência, pois havíamos uma semana antes na palestra sobre o carnaval citado como nestes ambientes há uma probabilidade centuplicada para que ocorra acidentes de percursos. Falei que não era exatamente uma coincidência, era um prognóstico baseado nos fatos espirituais. Isso, gente, não é pregação moralista. Explicamos que não era nada demais estávamos apenas relatando fatos. Que a partir do conhecimento que a Doutrina Espírita nos fornece devemos tomar para nossas vidas, SE QUISERMOS.

Vejam bem, não era um discurso moralista, mas informativo. Simples, sem querer restringir a nós mesmos de qualquer atitude. Mas, preocupado em dar as pessoas todas as informações do que pode ocorrer À sua vida a partir de determinadas escolhas.

O mesmo ocorre com o UFC. AO longo do tempo pudemos observar 4 jovens que tinham o hábito de exercitar lutas em academia. Todos tinham/tem algum probleminha na área neurológica/psicológica/ psiquiátrica, e, todos tinham vidas pretéritas em que a a atitude guerreira, agressiva deixou marcas que não se apagaram. Uma questão simples de entender. A afinidade que trazem consigo, o gosto pelas lutas do tipo Jiu Jitsu e o Taekwondo. Vejam bem, todos os quatro apresentavam argumentos sólidos e até certo ponto aceitáveis sobre as vantagens que as duas lutas fornecem, mas não estamos discutindo isso. Se essas lutas com um  professor que vise uma abordagem pacifica, traz a pessoa maior tranquilidade e pacificação íntima  e auxilia na psicomotricidade, é algo que levaria a um debate que este artigo não pode realizar pelos seus próprios limites. Mas a pergunta que precisaríamos fazer é: Essas lutas não foram feitas,nem idealizadas para esse fim. Elas tem como finalidade dotar a pessoa de recursos que as levem a defesa pessoal através da luta. E que se notabiliza principalmente em pancadarias organizadas em torneios e, no caso de combates mistos, as pessoas são dotadas de uma maestria para espancar o outro.  Quem quer pacificação íntima de fato, busca outros métodos. Como a meditação, o Taichi CHuan, a Yoga, etc...
Vamos aos fatos espíritas. E raciocinar a partir deles fazendo uma análise prospectiva. Bem, esses 4 jovens traziam consigo um histórico de encarnações pretéritas guerreiras e trazem hoje, os quatro, transtornos ligados a área mental.
Obviamente que o nervosismo de um, a ansiedade de outro e o déficit de atenção e a hiperatividade de dois deles, estão atreladas ao passado virulento em que faziam cabeças rolar ao ar.  Lógicamente se isso é um fato, toda proximidade a atividade de combate a essas almas provoca a erupção do auto assédio. Por que estão de certa forma reproduzindo padrões de comportamentos do passado que depuseram contra a sua economia evolutiva. Se conseguirmos entender isso, poderemos tentar de forma expositiva e não impositiva esclarecer como o apego a essas lutas, edulcoradas de esporte são danosas para esse tipo de pessoa. 

O UFC estimula a que milhares de jovens reforcem atitudes pretéritas equivocadas, reforço este que prejudica seu processo cognitivo devido às repercussões perispirituais que esse autoassédio provoca. Isso não quer dizer que o abandono dos esportes de luta levarão a curas imediatas. Mas permitirá um freio nos danos. Um freio nas obsessões pois essas pessoas ao irem de encontro com atividades que lembram fatos que fizeram mal a pessoas no passado, evocam pelo fato de estarmos todos interconectados, evocam antigos desafetos do passado para suas auras. Estimulando repercussões perispirituais negativas que podem, eu disse podem, fazer com que os problemas na área psíquica aumentem ou pelo menos não diminuam. (ver com relação a isso no livro No mundo Maior de André Luiz/Chico Xavier, o capítulo denominado, o caso Marcelo.
Vemos assim que a Doutrina Espírita ao trazer a mensagem do Cristo à luz do século XXI, não o faz comprometida com as religiões tradicionais do passado, os cristianismos que o homem inventou ao longo dos séculos. Mas, traz, resgatando a mensagem pura do Cristo. Ama e se libertarás.Ama, perdoa, confraterniza  e se ligarás com o que há de melhor no Universo. Mas, se não quiser, segue  o tacão da LEI DIVINA, visando um despertar posterior. Dor agora  para acordar mais tarde. Isso não é uma necessidade, mas tudo conforme nosso livre arbítrio....Como nos lembra André Luiz, "suai agora, para não chorardes depois."


Portanto,  desafiamos a seja quem for que tendo algum conhecimento das leis divinas da reencarnação,da lei de ação e reação e do imperativo do progresso da alma através do uso de seu livre arbítrio com discernimento e amor, que consiga refutar com argumentos sólidos qualquer uma das afirmações aqui colocadas. Argumentos sólidos, desapaixonados e lógicos. Veremos que não teremos como dourar a pílula e oque não presta não vale a pena mesmo.  A realidade extrafísica do nosso planeta nos move a falar sem pieguismo melífluo,  com carinho e respeito, mas franqueza e sinceridade. 

Cercado de forte propaganda o combate do brasileiro Anderson Silva foi visto por milhões de pessoas em nosso país. Não sendo eu um admirador de lutas de qualquer tipo, não havia ainda visto esse tipo de luta, que tem embalado tanto nosso cotidiano. Sendo ali gestado de forma subreptícia, ou seja, desapercebida, novos modelos, novos? Para os homens, adultos, jovens e crianças os novos modelos a serem seguidos de postura e atitude e para as  mulheres condicionamentos, lavagens cerebrais sutis, que as fazem morrer de curiosidade com olhares devoradores, afinal lá estão os Homens de verdade, os gladiadores do século XXI, fortões, Machos com M  maiúsculo, animalizados, que parte muito grande do público feminino se afiniza, apesar de nem sempre estar atenta a todas as nuances que estão inseridas neste processo como um todo.

Esse modelo de ser humano evoca séculos de subjugação opressiva que a mulher esteve sujeita. Subjugaçao que lhe tirava o direito a livre escolha, a sensibilidade e a possibilidade de seu amadurecimento estético, educacional e profissional. Além de mexer com aspectos físicos do ser em detrimento do aspecto interior. Essa desvalorização do ser em detrimento do aparecer tem feito de forma imperceptível, para a grande maioria de nós, condicionamentos íntimos que nos levam a tomar decisões que em geral nos distancia de uma caminha da evolutiva séria. Tornando-nos admiradores dos metrossexuais da hora e engrossando nossa percepção da realidade dos ser. Aparência e não essência. demonstrando como boa parte da população, tem sua origem extrafísica mais recente as esferas mais densas do mundo espiritual. Inegavelmente. Trazendo consigo a síndrome da saudade do umbral. Que acaba fazendo com que de novo voltemos para lá, em vida. todas as noites, repetindo padrões milenarmente cultivados por nós, almas embrutecidas.

Sendo região astral de dor e de barbárie, as pessoas que se afinizam com a brutalidade do UFC, demonstram ainda ter a sensibilidade guerreira característica de quem é proveniente destas plagas. Isso está longe de ser um xingamento ou uma ofensa, é uma constatação. A grande maioria da população é realmente oriunda de regiões densas do mundo espiritual. A minoria mas bem resolvida que atingiu esferas extrafísicas sutis, por estarem com um nível melhor de auto assédio perturbam-se com as manifestações violentas e sanguinolentas do UFC. Antes de se sentir ofendido as pessoas deveriam se perguntar, sem mecanismos de defesa, por que querem ver essa selvageria? O que sentem? O que me atrai nessa coisa toda?

Vejam bem, não estamos falando de coisa do tipo, quem é cristão não deve ver ou quem é espírita não deve ver, não. Proibições são atitudes cerceadoras da liberdade e conseqüentemente do crescimento e do discernimento. A partir da visão espiritual das coisas que possuímos, o que nos interessa é o autoconhecimento. O que nessa modalidade midiática me atrai. Por quê?
Preciso ver em mim a barbárie que me atinge para que a partir daí eu possa, sem máscaras ou hipocrisias, diagnosticar os traços que ainda me prendem a mentalidade umbralina. Repassando no meu íntimo e descartando a partir de uma análise profunda em que eu me desnude, para identificar meus níveis de auto-assédios, ou seja, o conjunto de idéias retrógadas e inferiores que ainda influenciam o meu pensar, o meu sentir, o meu falar e o meu agir, levando-me a tomar decisões erradas, repetir erros que me aprisionam cármicamente a expiações dolorosas e que me trazem obsessões, infelicidade, nublamento do discernimento, dor, dor e perda de tempo em reparações difíceis e angustiantes. Então a coisa é séria.

Não é o discurso do não pode ver ou isso é pecado. Mas sim do uso do raciocínio a partir de um ponto de vista espiritual para discernir o que acontece ao meu redor, o que me atrai que ainda está ligado a um passado bárbaro e o que essas atrações evolutivamente infantis trazem de prejuízo a essa minha nova encarnação. Se algum prejuízo trouxer.



Afinal, pensemos bem nisso. Qual o sentido de ficarmos vendo dois homens se atracando e se batendo sem parar. O adversário bate freneticamente, até vê-lo sangrando e cair todo arrebentado, e quase sempre já desacordado? Conseguem perceber a grande imbecilidade que é, falarmos de amor ao próximo, perdão, paz e amor e alimentarmos nossas mentes com imagens desse naipe?

Para longe aqui argumentos calcados em discursos moralistas. Vê quem quiser. O livre arbítrio é uma prerrogativa que nós, seres inteligentes temos. E devemos usá-lo da maneira que melhor nos convier. Infelizmente, a grande maioria de nós, repetentes evolutivos, indivíduos de passado egoísta, agressivo e trágico. Estamos reféns de nosso auto assédio e não conseguimos ver no espetáculo do UFC a gravidade ideológica que está em Jogo ali. Não é um simples espetáculo em que jovens musculosos e viris se confrontam. É sim um processo em que a violência gratuita e selvagem é utilizada com o intuito de mexer com nossos instintos primários.

Constituindo o homem de centros de forças que estão o tempo todo sendo estimulados. Todo estímulo grosseiro de sensações desvairadas ativam campos, egrégoras, bolsões energéticos ligados a um passado que nos levou inúmeras vezes a dor, as trevas do astral inferior e a diversos reveses encarnatórios devido a retro alimentação assediante e cega de estímulos grosseiros da alma.

Reencarnamos para ascender evolutivamente e isso significa expandir nossa consciência refinando sentimentos, pensamentos e energias. Ampliando nossa consciência e despertando dentro de nós potencialidades cósmicas gloriosas. Sempre que uma vez reencarnados perdemos o foco do pro quê aqui estamos caímos na possibilidade real de repetirmos atividades que devido a sua barbárie e infantilidade nos estimulam o piro que ainda trazemos em nós. Atinge-se a nós que já detemos conhecimentos e valores avançados. Imaginem a grande massa que se quer reconhece-se como um ser reencarnado temporariamente na Terra. E que deveria buscar, uma vez estando aqui, enriquecer-se com o que há de mais valoroso em termos éticos, morais, intelectuais e espirituais.
Acionando os chacras superiores, a partir do Chacra do Coração para cima. Usando-os para dominar as atividades automáticas de bicho dos centros de força inferiores. Isso, no entanto, não ocorrerá sem que não haja esforço de cada um de nós no processo de exaustividade, na busca pelo domínio de nossa animalidade. Como fazer isso?

Sentindo, pensando, falando, agindo e energizando sempre visando a melhoria de si e dos outros. Uma visão com bondade e respeito à humanidade e sentimentos que elevem a si mesmo e a todos. Dessa forma as energias circulantes em nosso perispírito, serão energias nobres e superiores que irão purificando todos os centros de energias, superiores e inferiores. Limpando os centros de força de assédios, enfermidades, carências e perturbações outras, nos espiritualizando pouco a pouco, pois vamos perdendo o contato com a animalidade e seus valores primitivos e vamos nos aproximando da espiritualidade em que o que predomina é o corpo mental e os sentimentos superiores da alma.

O conhecimento traz em seu bojo a necessidade de uma vida reflexiva.
Constituindo a população terrena de cerca de 30 bilhões de almas, temos hoje na Terra um fenômeno novo. Nunca como agora em que temos 7 bilhões de almas reencarnadas, tivemos um número tão grande de umbralinos reencarnados. As consréus –consciências resgatadas do umbral- somos a grande maioria dos que hoje vivemos no plano físico. E, por isso mesmo nossa atração por atividades, jogos, músicas que estimulam a violência, a agressividade gratuita e o sensualismo exacerbado. Dando o triste diagnóstico das paragens extrafísicas de onde viemos. As zonas densas e retrógradas do plano extrafísico.
A sociedade pouco a pouco tem desvalorizado o processo educacional. Liquifazendo-se em prazeres fáceis e imediatos. Isso não é a toa. Vivemos em pleno domínio do capitalismo neoliberal que tende a transformar tudo em lucro.

Isso não deve portanto nos levar a estranhezas, esse aparente processo de deteriorização dos valores está atrelado a possibilidade que temos neste momento do renascimento em massa de indivíduos que estavam séculos e séculos presos nas paragens extrafísicas umbralinas e trevosas. A estertoração avassaladora da violência e da barbárie ocorre por que os valores educacionais tão bem cultivados a partir do iluminismo para cá não atingiu ainda o interior dessas almas. Daí a crescente desvalorização do professor, da educação, dos valores humanos, da cultura nobre, da arte refinada. Discursos relativistas igualando toda e qualquer manifestação humana tendem aos poucos a perda por parte dos seres hora reencarnados da oportunidade de se regenerar, porque ao invés de serem educados com valores que boa parte nunca teve oportunidade de lidar em outras encarnações, reproduzem seus substratos do passado cheios de agressividade, virulência e sensualidade. Ficando preso a bolsões dimensionais que paralisam seu processo evolutivo, bloqueando sua mente para os aspectos mais sutis da realidade espiritual do ser que ele é. A re-brutalização do ser é o inimigo número um da regeneração planetária, retardando-a ou, talvez exigindo meios mais drásticos para que o indivíduo acorde de seu sono umbralino auto-assediado multimilenar.

E isso, está ligado a deteriorização do nível cultural das pessoas e a dificuldade de acesso a processos culturais e educacionais que enobreçam a alma e valorizem o discernimento.
A UFC é um lugar em que lutadores se atracam com o objetivo de produzir lesões, ferimentos e literalmente levar à lona o adversário.

Em tudo lembra a Arena Romana em que as pessoas se engalfinhavam até a morte, com muito sangue jorrado por tudo que é lado. Não tendo o hábito de assistir a lutas de qualquer tipo, acabei por força do trabalho a dar uma olhadinha nas diversas telas que estavam disponíveis na hora da luta e ao passarem lutas preliminares vi o sangue jorrar do rosto dos lutadores.
O Combate é de uma ferocidade chocante. Os gladiadores são colocados no centro de uma arena octogonal onde se espancam mutuamente até que um deles caia, geralmente ensangüentado.
A UFC transformou a violência em seu estado bruto, violência gratuita em matéria-prima para um espetáculo visto por milhões. Sem maiores críticas a selvageria que está ocorrendo.

Assim é que vimos Anderson Silva que a despeito de sua personalidade, foi elevado ao panteão de herói nacional por desfigurar o rosto de seus adversários. O que percebemos é que a sociedade tem perdido todo o senso de civilidade, de consciência de certo e errado, de atividades e procedimentos que venham a somar para com o bem estar das pessoas e não para destruir, como acontece no UFC.

O circo romano do UFC não deve nada às lutas romanas de tão triste memória. Apenas um elemento está ausente do novo coliseu midiático. A luta até a morte, até agora.

Essa espetacularização vergonhosa se transformou em indústria e rapidamente caiu no gosto dos brasileiros. Como sabemos, nossa sociedade apesar de ser ocidental e de posar-se de base cristã, traz em suas raízes traços na só de violência como os anos e anos em que o processo educacional foi malbaratado pelas autoridades que dirigem este país, deixou-nos o legado de sermos um povo extremamente inculto. Um a nação que apesar de se localizar no ocidente e ter como base estruturante a sociedade européia, não conseguiu passar para boa parte de sua população as diversas conquistas culturais no campo do saber, do inteligir, da sensibilidade musical, filosófica, ética, etc..

Com o capitalismo neoliberal uma sociedade que nem se quer chegou ao estado de bem estar social ao aderir integralmente à rapacidade lucrativa dos novos tempos construiu toda uma geração que não vê alternativas as diversas massificações lucrativas e midiáticas oferecidas pelos grandes canais de entretenimento.
Discernimento não se colhe placidamente na sombra de uma árvore. Mas a distração oferecida por UFC e BBB, sim. Podem ser vistos em qualquer canto, A qualquer hora.  Levando o massacre sanguinolento e adrenalínico do UFC
A se tornar um evento popular, graças a grande divulgação proporcionada pelos agentes da grande mídia, com transmissão ao vivo pela TV.

O resultado é que ao invés de buscarmos a disseminação de novos valores na busca pela regeneração planetária. Vemos que tais atividades imensamente lucrativas, reforçam a barbárie e a violência que vemos na porta das escolas, dento das salas-de-aula, nas esquinas da rua, nos estádios de futebol e nos lugares em que os jovens se reúnem. São cada vez mais violentas as lutas entre colegas. Meninas assumem o papel de brutamontes em confrontos sangrentos com o que seriam suas rivais. E por qualquer motivo: a disputa por um namorado, uma diferença de opinião, o posicionamento antagônico em relação a grupos que se confrontam como adversários. Com isso, a violência, o conjunto de valores bárbaros nela inseridos, ganha com o espetáculo da UFC, um disseminador poderoso da violência e da agressividade como caminho para resolver os conflitos.

Que grau de sadismo encontra o amante desse esporte? A atração pela bruteza, pela barbárie não pode deixar de ser analisada no indivíduo que diz buscar sua espiritualização. Pois tais atividades acessam dentro de nós o guerreiro bárbaro adormecido que deveria já ter sido exorcizado e que teimamos em manter dentro de nosso psiquismo.

Pois tais lutas lembram claramente os gladiadores que lutavam na Roma Antiga até a morte. É sintomático que uma luta tão violenta faça tão grande sucesso. Que prazer mórbido move o telespectador a ficar apreciando diante da tela, uma luta sanguinolenta e grosseira como esta?
Já foi comprovado cientificamente que essa atividade traz com o tempo sérias lesões cerebrais aos seus praticantes. É algo que nem precisaria ser comprovado, é só ver e concluir que é uma agressão a saúde dos lutadores. E as cenas violentas E de regras grosseiras, estimula nos espectadores, umbralinos desprevenidos e ingênuos, os engramas, a satisfação da rememoração dos eventos densos e agressivos que fazia quando ainda preso as zonas inferiores do astral. Essa rememoração acessa o que ainda temos de pior estimulando todas as sombras do passado que ainda jazem em nosso íntimo, retardando, adiando o mergulho profundo que a alma deve dar na sua ascensão evolutiva. Refinando ações, sentimentos e intelecto em busca de uma maior ampliação de consciência.

Certo mesmo é que os lucros são estratosféricos. Falta estímulo ao estudo, sobra estímulo a distração. Milhões, bilhões de dólares rolam através do sangue jorrado o piso do UFC e outras atividades correlatas. AO invés de aposentarmos o boxe. Vemos crescer atividades que transformam o boxe, em brincadeira de criança. Esse lucro demonstra como nossa sociedade estertora uma umbralidade bárbara e infeliz está longe de nos deixar. Constituindo num ótimo negócio para lucros. Nós estimulamos dentro de nós, sem sabermos, a violência como meio para resolver os conflitos. Não o diálogo, a compaixão, o perdão. Mas o revide, a agressividade e a vingança. Aspectos grosseiros da alma os quais estamos presos a milênios.

A urgência de uma análise sincera de nossa alma, seus traços primitivos ainda renitentes devem ser prioridade a todos aqueles que comprometidos com a revelação de conhecimentos que a Doutrina Espírita e outras escolas espiritualistas nobres e sérias derramam ao mundo a cerca de 160 anos, desejam a reciclagem de valores de nosso mundo, o crescimento espiritual e a felicidade íntima, ou seja, de todos àqueles que engajados na educação da alma lutam pela regeneração planetária. Um mundo de paz, luz e amor.




Usemos então de uma ANÁLISE PONDERADA E SEM MECANISMOS DE DEFESA DO EGO para pesquisar  nossa atração umbralina essas atividades. Dando assim uma virada de mesa evolutiva e repespectivando nossas admirações e predileções a partir dessas reflexões ponderadas e comecemos a nos educar e a educar todos àqueles que ainda desinformados de uma série de conceitos espirituais, foram, são e tornaram a ser vítimas incautas de valores brutais que teimam ainda por preguiça e falta de visão nossa, a ser valorizados pela grande maioria da população.

Nosso papel é portanto gigantesco. Com um olhar no Mundo de Regeneração, suar para realizar como exemplo, a regeneração em nós, nos tornando cobaias evolutivas para as almas que mesmo sendo preparadas antes de nascer  para utilizar o conhecimento espiritual em suas vidas nessa encarnação, sofrem de um nublamento cognitivo espiritual, devido aos fortes apelos que o passado bolorento, ultrapassado, mas bárbaramente prazeroso ainda faz em boa parte de nós, que não permitem que enxerguem a urgência das prioridades crísticas em nossas vidas. Perdendo tempo, adiando renovações, alimentando vampirizações. Quando empreendemos trabalhos que visem uma sintonização com os valores mais espiritualizados, estamos numa batalha das trevas que ainda teimam dentro de nós contra a luz que agora, queremos cultivar, desenvolver e seguir.

Transformando nossa vida não em um vale de lágrimas, conformações e petitórios, mas de pacificação que se busca e se irradia, de otimismo,  de amizade pura que se lança a todos com coração aberto, sem medos, de Amor que incendeia os corações, fazendo parte da rede de luz que sintoniza com os grandes mestres de Luz, encabeçados por Jesus, o propugnador maior das boas novas trazidas pela Doutrina Espírita visando a Regeneração do Planeta Terra.

Devemos encarar a barra cirúrgica do Autoconhecimento e levar a partir de uma visão renovada esses valores regenerados a grande massa que necessita com urgência de uma Pedagogia Evolutiva que os tire dessa visão umbralina da vida.

Saudade do Umbral, nunca mais.

Anderson F. Santos.

6 comentários:

Carlos Junior disse...

Depois de uma explanação dessa eu vou dizer o que? “rsrs”. Penso igualmente. Ontem na hora do Fantástico eu estava comentando com Lu. Sobre a violência do UFC, e falei que não entendia o porquê de tanta gente gostar de ver aquilo, que para mim é violência pura. Refletindo sobre suas palavras fiquei pensando sobre os nossos instintos animalizados, e o que estamos fazendo para transcender a nossa brutalidade interior atrelada e sintonizada com hábitos selvagens como o UFC. Realmente não somos melhor que ninguém, e não cabe a nós realizar pré-julgamentos, visto que não estamos com essa bola toda, todavia, o que está ocorrendo nos atuais tempos cheira-me a estagnação do pensamento e cegueira consciencial. Lembro-me que o UFC era transmitido por um outro canal e a Globo sequer dava importância ao evento, até que os pontos de audiência no horário das lutas superaram a audiência da Globo, então deu no que deu. A Globo abraçou o UFC de vez. Anderson Silva virou herói e menino dos olhos da Globo. É exaltado em todos os cantos e a há fila de empresas publicitárias desejando uma casquinha com o herói do UFC. Afinal de contas o cara bate em todos e arranca sangue, e isso é muito bom para o povo. É disso que a nossa sociedade precisa, pelo menos é o que a turminha manipuladora de multidões pensa; uma diversão sádica e horrenda onde o cara que arranca sangue é mostrado com os filhos e esposa como se fosse um exemplo a ser seguido.

Nada contra os heróis da arena, até porque eu acredito que são pessoas de bem, porém optaram por um caminho financeiro mais viável, isto é, menos espiritualizado e mais grosseiro e densificado, resultado de um “fenômeno” forjado pela ignorância moldada por um esporte que aos meus olhos surge como a nova paralisia mental dos voluntários da modernidade imposta pela ignorância, e que atrai os afins. Não é isso que ando aprendendo nestes anos todos com a essência da vida, que me aponta para um céu espiritual onde o amor que há em mim precisa ser desenvolvido e se tonar atitude.

Preciso de cores no jardim para sutilizar o espírito, desbloquear os chacras e movimentar energia não só em meu benefício, mas também em prol daqueles que se aproximam de nós. Precisamos ser exemplo de paz, serenidade, sensibilidade e tudo que eleva o espírito, e não ficar vibrando energias selvagens impregnadas de assediadores instigando uma culta de imbecilidade onde todos comungam da modernidade que revelou esses ídolos da violência disfarçada de esporte.

Bicho Solto disse...

Querido irmão, muito bom seu comentário!!
Como podemos idealizar um mundo melhor se ainda nos comprazemos em violências como essas?
Jogos violentos, lutas, filmes de terror... nada disso condiz com o que Jesus nos pregou há mais de 2000 anos.
Todos, independente de religião, devemos cultivar sentimentos edificantes e não sermos coniventes com qualquer tipo de violência.
Beijos de luz, Isabel.

Marcio Godinho disse...

Infelizmente este é um dos temas da modernidade que estamos todos convidados a refletir sobre, a violência.Violência doméstica, violência institucional, violência social,violência urbana ou nos meios rurais,violência ritualística,violência contra o planeta que nos abriga, violência assentada em preconceitos étnico raciais e lá vai a relação enorme desta Hera de mil cabeças que ameaça a sobrevivência e harmonia de todos nós.Sobre o tema debruçam-se sociólogos, psicólogos, especialistas em segurança pública, historiadores , religiosos, assistentes sociais e todos que vamos recebendo os efeitos imediatos ou remotos deste momento planetário onde temos a impressão que a violência emite sons guturais como uma enorme boca de dentes afiados tentando assustar os moradores desta casa planetária. Porém , falta realmente esta visão espiritual que abarca a sucessão das existências, referida no artigo do nosso amigo Anderson. Trazemos todos, como resultado de uma herança antropo-sócio-psicológica e acima de tudo espiritual, uma sombra profunda no íntimo de nossos seres, que nos fazer vibrar de contentamento com toda a sombra que nos circunda. Fenômeno tão bem reconhecido pela ciência como sintonia vibratória ou ressonância de frequências.Todo esse arcabouço de forças espirituais/mentais aguardam diluição apropriada com outra fonte luminosa de energias para que possamos dar algum salto quântico evolutivo já que estas energias de nossa sombra interna, só conseguem propiciar uma parca e diminuta sensação de alegria, cedendo espaço imediatamente para a desilusão e ao vazio existencial.O preço a ser pago por todos esses derivativos da violência é alto e por vezes se projeta para futuras existências dentro desta perspectiva reencarnacionista.
Creio aqui com meus pequeninos botões que devamos fazer a nossa parte com referência ao MMA e outros esportes igualmente violentos: optar em não assistí-los e orientar aos que nos cercam, nossa visão espiritualizada sobre o assunto.Sem nenhum arroubo de puritanismo, mas manifestarmo-nos com as fontes de conhecimento que já conseguimos adquirir em nossa trajetória evolutiva.
Acima de tudo, em se tratando deste tema(violência), nos interrogar a que ponto deste caminho entre nossa sombra interna e nossa iluminação espiritual estamos?
Como tenho me relacionado com aqueles que me cercam?
Que cota de minha afetividade afetuosa tenho oferecido aos que cruzam meu caminho?
Que peso trago em minha mente e coração, de violência mental, mesmo que não a manifeste exteriormente?
Vou ficando aqui com estas reflexões e me recordando de todos aqueles primeiros cristãos da humanidade que enfrentavam feras e algozes nos circos e arenas romanas, munidos de uma força espiritual superior, diluindo toda aquela violência com as luzes do Amor Divino.
Boa semana a todos e votos de muita paz.

Luiz - Arautos disse...

Na Terra, em decorrência do atavismo inerente aos seus habitantes, é compreensível esta supervalorização dos gladiadores modernos. Contudo, pela saúde espiritual do nosso planeta, é necessário contrapor-se a essa realidade. Assim, todos, que já despertaram para o momento espiritual que se aproxima, devem fazer alguma coisa. Mas que coisa seria esta? Quem sabe, talvez, como sugestão, nos unirmos no intuito de empreendermos um esforço no sentido de gerar emoções mais nobres nos corações dos "teres - humanos". Para isso, busquemos alimentar as sementes do ser em detrimento do ter e do parecer, já que estes estimulam a ideologia da violência, enquanto aquele se sustenta na paz. Assim,surge como opção simples o resgate da mensagem de amor do Cristo.

Wellington Faria disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Wellington Faria disse...

É ridículo isso, sangue pra todo lado, pancadas gratuita... Feio, desagradável, ridículo mesmo, deprimente.

Por mim, acabava essa porcaria, só serve para alienar os admiradores e praticantes e acentuar-lhes deprimentes processos obsessivos.

Coisa de fera, uma remontagem do Circo Máximus, RIDÍCULO!