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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Saia da Matrix I - A situação feminina na contemporaneidade.

Achei interessante, compartilho.
Anderson.

"Você pensa que mulheres alcançaram a igualdade de direitos? Pense novamente.
Nós não poderemos alcançar essa igualdade enquanto houver:

Papéis de Gênero

01. Homens são o padrão e mulheres são o outro sexo (e portanto são menores).
02. Ser chamado de “mulherzinha”, “afeminado”, entre outros, são uns dos piores insultos que você pode dar a um homem.

03. Quando uma mulher demonstra confiança em si mesma, ela é dita a “ter bolas”, “ser macho” ou de modo inverso ela é uma “vadia”, “castradora” por ser “muito” assertiva.

04. Homens apanham e são ridicularizados por serem “afeminados” e mulheres apanham e são ridicularizadas por serem “masculinas”.
05. Pessoas ficam bravas quando uma mulher pergunta as intenções por trás de um ato “cavalheiresco” de um homem.

06. Há homens que recusam atos “cavalheirescos” de mulheres, como passar por uma porta que uma mulher segurou para eles, ao mesmo tempo que eles pensam que é rude uma mulher recusar esse ato feito por eles.

07. As mulheres não podem expressar a raiva sem o medo real de ser acusadas de “histéricas” ou ser “estridente”.

08. Mulheres são repreendidas por comportamentos “não apropriados a uma dama” como: uso de linguagem grosseira, falar abertamente sobre sexo ou outros tópicos “indelicados”, expressar confiança, uma opinião divergente, etc.
09. As pessoas continuam a acreditar e perpetuar o essencialismo de gênero baseado em má ciência ou através de estudos para “provar” o inatismo dos papéis de gênero, quando, na verdade, o próprio estudo não apoia isso.

Relacionamentos, Sexo e Sexualidade

10. Para os casais de sexo diferente, as mulheres devem levar o nome de seu marido, mas muitos homens ainda recusam a idéia de se quer pensar em adotar o nome da sua esposa. Se uma mulher decide manter o nome dela, ambos os parceiros são interrogados e humilhados pelos amigos e familiares.

11. Para os casais do mesmo sexo, as pessoas pensam que está tudo bem perguntar “quem é a mulher/homem do casal?”.

12. As mulheres são vistas como “guardiãs” para a moralidade/sexualidade, incluindo o dever de cortar os avanços dos homens. Se elas falharem, então estavam “pedindo por isso”. Suas roupas/ações serão sempre questionados para ver se elas estavam instigando o homem em fazer o que fez.

13. Os homens são vistos como “bestas” que são incapazes de controlar seus “hormônios em fúria” – o que os absolve de culpa por sexo “impróprio” (desde estupro até sexo fora do casamento) mas também os pinta como brutos incivilizados.

14. As mulheres são “vagabundas”, os homens são “garanhões”.

15. O valor de uma mulher desce se as pessoas pensam que o número de parceiros sexuais que ela teve na vida é alto.

16. O valor de um homem sobe se as pessoas pensam que o número de parceiras sexuais que ele teve na vida é alto.

17. Nós vivemos em uma “cultura do estupro”, onde muitas pessoas continuam a culpar as vítimas de estupro e violência doméstica.

18. Há o mito de que todos os homens (inclusive os menores de idade) estão, em todos os momentos, disposto a foder uma mulher “linda” e qualquer homem que recusar sexo com uma mulher atraente é merecedor do ridículo.

19. Esposas/mães ainda são esperadas a fazer a maioria dos trabalhos em casa e cuidar das crianças, mesmo que tenham um emprego fora de casa.

20. Pais/maridos são vistos como tolos que são mentalmente incapazes de cozinhar, limpar, cuidar das crianças, ou qualquer outra tarefa tradicionalmente considerada como feminina.

21. Há significativamente mais mães que ficam em casa do que pais.

22. Homens são esperados a pagar as coisas em um encontro, e alguns homens esperam que as mulheres vão transar com eles como uma forma de recompensa pelo “serviço” prestado.

A Esfera Pública:

23. Os homens continuam a ser a maioria no governo, posições de destaque nas empresas, e outros lugares públicos do poder.

24. Foram tão poucas as líderes na maioria dos países. Por exemplo:
* Os EUA nunca tiveram um presidente do sexo feminino.
* Primeiro e único primeiro-ministro no Canadá do sexo feminino foi Kim Campbell (1993).
* Primeiro e único primeiro-ministro na Grã-Bretanha do sexo feminino era Margaret Thatcher (1979-1990).
* Primeiro e único primeiro-ministro na França do sexo feminino foi Edith Cresson (1991-1992).
* A Itália nunca teve um primeiro ministro do sexo feminino.
* O Japão nunca teve um primeiro ministro do sexo feminino.
* A Rússia nunca teve um presidente do sexo feminino.
* Primeiro e único chanceler na Alemanha do sexo feminino é Angela Merkel (2005).
* Primeiro presidente do sexo feminino no Brasil foi Dilma (2010).

25. O Paquistão, que é sustentado por muitos americanos como um “atraso” em relação a direitos das mulheres, elegeu uma mulher como ministra, Benazir Bhutto, duas vezes, enquanto os americanos ainda estavam debatendo se a América estava “pronta” para um presidente do sexo feminino.

26. Em nossas chamadas “sociedades igualitárias” a discriminação sexual e o assédio sexual estão vivos e fortes.

27. Sempre é uma “grande notícia” quando os artigos dizem que as mães que trabalham fora de casa “não podem ter tudo”, mas nunca há grandes divulgações quando os artigos clamam por reforma no trabalho e responsabilidade masculina.

28. As mulheres no comércio do sexo, mesmo aqueles que escolheram essa vida, são tratadas como sub-humanas em uma base regular. (Nessa questão, eu me perguntou o quanto se prostituir é realmente uma escolha quando na verdade o que isso grita, é a falta de escolha).

29. Não é visto como discriminação sexual incluir itens prejudiciais (e caros, ainda por cima) como maquiagem e salto alto nos requisitos para as roupas de uma mulher, embora não tenha essas restrições sobre as roupas dos homens.

30. As mulheres ainda são desestimuladas a entrar nas ciências por causa de estereótipos sociais, falta de disponibilidade de empregos, e a crença continuada de que as mulheres simplesmente não são inteligentes o suficiente.

31. É considerado adequado atacar uma figura feminina pública por causa de sua aparência e senso de moda.

32. Uma das primeiras formas de desacreditar as mulheres que falam em fóruns públicos é a ameaça de violência sexual.

33. As mulheres são desproporcionalmente afetadas pela discriminação da gordura em seus corpos no mercado de trabalho e outros lugares.

Aparências, Soberanias Corporais e Pessoalidade

34. Os corpos dos homens pertencem a ninguém além deles mesmo; os úteros das mulheres são vistos como proriedade dos homens, do governo, e até mesmo de estranhos.

35. O lugar das mulheres como adultos de pleno direito legal e social não está garantido.

36. As mulheres são vistas em primeiro lugar pelos seus atributos físicos e, em segundo, as suas qualidades relevantes.

37. A “faca de dois gumes” que são os padrões de beleza está camuflada sob mitos de emancipação e libertação.

38. As mulheres sentem a necessidade de se submeter a uma operação potencialmente perigosa em suas vaginas saudáveis para agradar seus maridos/namorados trabalhando em prol de um padrão de beleza irreal definido pelo mainstream pornô.

39. É visto como apropriado para um estranho e/ou amigo dar comentários não solicitados sobre a aparência de uma mulher: seu peso, moda, pernas, axilas, etc.

40. Os distúrbios alimentares, causados principalmente pela obsessão doentia da nossa sociedade com a gordura, ainda são grandes entre as mulheres (muito mais do que entre homens).

41. A mídia representa, muitas vezes, de forma degradante, a imagem das mulheres.

Uma mulher é assassinada a cada duas horas no Brasil, deixando o país em 12º no ranking mundial de homicídios de mulheres. A maioria das vítimas é morta por parentes, maridos, namorados, ex-companheiros ou homens que foram rejeitados por elas. Segundo o Mapa da Violência 2010, do Instituto Sangari, 40% dessas mulheres têm entre 18 e 30 anos, a mesma faixa de idade de Eliza Samudio, 25 anos, que teria sido morta a mando do goleiro Bruno. Dados do Disque-Denúncia, do governo federal, mostram que a violência ocorre na frente dos filhos: 68% assistem às agressões e 15% sofrem violência com as mães.

Em dez anos (de 1997 a 2007), 41.532 meninas e adultas foram assassinadas, segundo o Mapa da Violência 2010, estudo dos homicídios feito com base nos dados do SUS. A média brasileira é de 3,9 mortes por 100 mil habitantes; e o estado mais violento para as mulheres é o Espírito Santo, com um índice de 10,3 mortes. No Rio, o 8 mais violento, a taxa é de 5,1 mortes. Em São Paulo - onde Eloá Pimentel, de 15 anos, foi morta em 2008 após ser feita refém pelo ex-namorado em Santo André, e que agora acompanha o desfecho do assassinato de Mercia Nakashima - a taxa é de 2,8.
Violência contra as Mulheres no Brasil em nºs:

. De cada 10 homicídios vitimando mulheres, 7 são praticados por homens que possuem vínculo emocional com a mulher (marido, noivo, namorado, pai, irmão, etc.)
. Quase 1/3 das mulheres brasileiras já sofreram agressão por parte de seus maridos, noivos, namorados.
. Mulheres levam de 9 a 10 anos para “denunciar” as agressões.
. Mulher fica internada 30 dias. Lesão corporal leve?

Quase 1/3 das mulheres brasileiras já sofreram agressão por parte de seus maridos, noivos, namorados.
. Mulheres levam de 9 a 10 anos para “denunciar” as agressões.
. Mulher fica internada 30 dias. Lesão corporal leve?
. A violência contra as mulheres custa ao país 10,5% do PIB. (Flávia Piovesan e Sílvia Pimentel)
. Casa toma 25 horas por semana da mulher. Estudo do IBGE mostra que homens gastam 9,8 horas por semana em tarefas domésticas, como limpeza e cozinha.
. Mulheres chefiam quase 30% dos lares do país.
. As mulheres recebem salário 30% menor do que o dos homens na América Latina. (Notícias Uol, 09 ago 07)
. Homens são mais felizes do que as mulheres. (FSP 24 ago 07)
. Em 2001, 1 mulher a cada 15 segundos mantinha relações sexuais forçadas; 1 a cada 30 praticavam atos sexuais que não lhes agradavam. (Fundação Perseu Abramo)

(...)

As mulheres realizam entre dois terços e três quartos do trabalho do mundo. Produzem também metade da comida, mas recebem apenas 10% e possuem somente 1% da propriedade mundial.
É esta a situação das mulheres no atual mundo “moderno” do capitalismo global:
. O tráfico sexual atravessa todo o planeta. Em cada ano, centenas de milhares de mulheres são raptadas, coagidas, compradas e vendidas para a escravidão sexual.
. Na Índia, 400 a 500 mil crianças são prostituídas. Na Tailândia, 800 mil crianças e adolescentes foram forçadas a prostituírem-se.

. Nos EUA, em cada dia, quatro mulheres são assassinadas pelos maridos ou namorados.
. Nos EUA, em cada ano, pelo menos dois a quatro milhões de mulheres são espancadas. Em cada ano, cerca de 132 mil mulheres dizem ter sido vítimas de violação ou tentativa de violação. Um número estimado entre 2 a 6 vezes mais mulheres são violadas, mas não apresenta queixa.

. Milhões de mulheres em todo o mundo, nas fábricas, nas sex shops ou nas suas próprias casas são abusadas e aviltadas – tratadas como mercadorias que se vendem e se comprem. Milhões de mulheres são consideradas propriedade privada e controladas como bens e não tratadas como seres humanos.

Os EUA dependem e apoiam-se nas classes feudais retrógradas para imporem as condições sociais e políticas necessárias ao seu domínio imperialista. E o imperialismo incorpora as relações feudais mais retrógradas e opressivas nas suas estruturas de domínio e exploração. Isto é um pesadelo para as mulheres, porque ocorre o seguinte fenômeno perverso: mulheres camponesas que trabalham em fábricas de exploração de alta tecnologia; mulheres educadas que se sujeitam a casamentos arranjados; anúncios reluzentes que promovem saltos altos, cirurgia plástica e maquiagem ao mesmo tempo que tradições feudais retrógradas impõem às mulheres que cubram os seus corpos da cabeça aos dedos dos pés.

No Iraque, sob ocupação norte-americana, milícias xiitas, autorizadas pelos EUA, patrulham as ruas das principais cidades do Iraque e atacam as mulheres que não se vestem ou não se comportam ao seu gosto. Segundo os relatos oficiais, em Bassorá, a segunda maior cidade do Iraque, o ano passado foram mortas e mutiladas 133 mulheres e os seus corpos foram despejados em caixotes do lixo com bilhetes a avisar os outros contra a “violação dos ensinamentos islâmicos”. Os motoristas de ambulâncias contratados para conduzirem de manhã cedo pelas ruas da cidade e recolherem os corpos dizem que os verdadeiros números são muito mais elevados.


Em 2007, Du’a Khalil Aswad, uma garota de 17 anos que vivia no Curdistão iraquiano, foi espancada e apedrejada até à morte por uma turba de homens fanáticos – familiares e vizinhos que levavam a cabo aquilo a que se chama de “morte de honra”. Du’a foi morta por se ter apaixonado por alguém que a sua comunidade não aprovava.
No Iraque, as mulheres violadas são consideradas uma vergonha para as suas famílias. Mais de metade das 400 violações registradas desde a invasão norte-americana resultaram em que as sobreviventes das violações foram assassinadas pelas suas famílias. Essas “mortes de honra” aumentaram com a ocupação norte-americana. E são comuns nos países do terceiro mundo.
Por trás destas horríveis práticas antimulher estão hábitos e relações de propriedade semelhantes aos que existem na atual sociedade norte-americana. Aqui, elas são chamadas “crimes de paixão” em que as sentenças não se baseiam no crime mas nos “sentimentos” (ou no que pode ser descrito como “honra masculina”) dos acusados. Em 1999, um juiz do Texas condenou um homem a quatro meses de prisão por ter assassinado a esposa e ferido o amante dela à frente do seu filho de 10 anos. O que é isto senão uma versão norte-americana de uma “morte de honra” que foi depois aprovada pelo estado?

A violência contra as mulheres, as violações e a prostituição são geradas e promovidas pelas relações de supremacia masculina incrustadas na estrutura das forças armadas imperialistas norte-americanas. É conhecida a horrível história de Abeer Hamza, uma rapariga iraquiana de 14 anos que foi violada por soldados norte-americanos. Abeer, em conjunto com a sua irmã e os seus pais, foram mortos e a sua casa foi completamente incendiada para encobrir o crime.



Os abusos sexuais e a violação não só são praticados contra os povos dos países ocupados mas também dentro das forças armadas norte-americanas. Mais de metade das mulheres na Guarda Nacional de Reserva foi alvo de violação, agressão sexual ou assédio sexual durante o seu tempo ativo. Apenas 2-3% dos transgressores sofrem uma ação disciplinar tão severa quanto ser presentes a um tribunal marcial. Normalmente, os transgressores recebem apenas uma palmadinha moderada no pulso, por exemplo, um serviço extra ou uma carta de repreensão.
Nos Estados Unidos, as pessoas são constantemente bombardeadas com anúncios, na televisão e no cinema, em que as mulheres são retratadas como pouco mais que objetos cujo “sex appeal” é usado para vender de tudo, de carros a vídeos musicais. O que é que acontece às mulheres e aos homens quando esses materiais surgem constantemente à sua frente? Será de admirar que tantas mulheres sofram de desarranjos alimentares ou sintam que têm que fazer cirurgia plástica ou que os corpos das mulheres sejam tratados como propriedade privada pelos homens que elas amam?
Que tipo de sociedade é esta em que expressões de desprezo como vadia, biscate e puta sejam sinônimos de mulher? Ou em que as mulheres não podem sair à noite com medo de serem estupradas?

Há fundamentalistas cristãos antimulher que pensam e praticam – com uma promoção e imposição oficial que vão desde o Supremo Tribunal e da Casa Branca para baixo. Os fascistas cristãos, uma força poderosa na classe dominante norte-americana, querem impor uma visão literal da Bíblia que implica que as mulheres sejam tratadas como seres inferiores, servas dos homens, propriedade privada.

Essas pessoas não são simplesmente loucas. Os “valores familiares” são palavras de ordem de Democratas e Republicanos. Porquê? Todas essas várias forças da classe dominante reconhecem o perigo colocado ao sistema capitalista/imperialista por qualquer enfraquecimento da “moralidade tradicional”, incluindo o seu papel na opressão das mulheres.

Que tipo de mundo é este em que quanto mais riqueza é criada e mais o mundo é transformado numa única entidade global, em vez do progresso humano, o resultado é uma maior tragédia para milhões de pessoas? Que tipo de mundo é este em que cada vez mais se diz às mulheres que a sua única escolha – se é que têm alguma – é entre o pesadelo feudal encarnado pelas tradições de todas as principais religiões ou uma versão mercantilizada da libertação tipo “Sexo na Cidade” em que têm “autonomia” para se comercializarem a si próprias – como uma mercadoria num mundo ainda baseado na subordinação, humilhação e brutalização diárias de metade da humanidade? A resposta é um mundo ainda dominado pelo capitalismo e pelo imperialismo.
(em Os Horrores para as Mulheres no Mundo “Moderno” do Capitalismo Global.)

Eles MUTILAM MULHERES e depois vendem as imagens delas para nós, para que mulheres ODEIEM A SI MESMAS eternamente, e homens cobicem eternamente UM OBJETO QUE NEM MESMO EXISTE. O resultado final é violência doméstica, papéis de gênero opressivos, baixa auto-estima, BILHÕES DE DÓLARES GASTOS TODO ANO EM COSMÉTICOS E CIRURGIA PLÁSTICA, um lamaçal de transtornos alimentares, e um desejo desesperado de manter uma aparência INVENTADA NAS MENTES DE HOMENS RICOS, QUE NÃO É NATURAL ou até humanamente possível! Por quê? Para que eles possam fazer um dinheiro sujo, e reforçar seu poder onipresente sobre mulheres e homens.

Este artigo não está na sua íntegra. Se quiser vê-lo integralmente, vá ao site original:

http://antipatriarchy.wordpress.com/2008/11/10/politica-sexual/

Um comentário:

Nekinha disse...

INFELIZMENTE,ISSO ACONTECE,TALVEZ PORQUE O HOMEM,SABE QUE SEM NÓS AS MULHERES ELES NÃO TERIAM NASCIDO,AQUI MESMO EM CASA ,POR FAZER COISAS TIPO,PINTA PAREDE,USAR UMA FURADEIRA,CONCERTAR UMA TORNEIRA,EU SOU CHAMADA DE MARIDA DE ALUGUEL,MESMO NA BRINGADEIRA,EU ME OFENDO,AI EU SOU A BONEQUINHA DE PORCELANA,QUE ME OFENDO SEM MOTIVO.QUANTO A VIOLÊCIA SEM COMENTÁRIOS.PAZ NOS CORAÇÕES DOS HOMENS.