Memória energéticas sexuais: o auto assédio que tolda a visão.
As memórias energéticas penianas e vaginais (forma-pensamentos auto assediadoras), influenciadas diretamente pela força da kundalini são resistentes e tendem a dominar nosso pensar, nosso sentir, nossa forma de se sentir atraído, criando ilusões, atrações e principalmente dominando nossos gostos e preferências. A tendência é repetirmos padrões com mais facilidades graças aos problemas emocionais que trazemos da infância, adolescência e adultidade, mas também ao reforço emocional/sexual que esses morfopensamentos causam no baixo ventre.
A ruptura disso pode ser feito através de técnicas ao que parece, mas segundo um instrutor jogou no ar quando cogitei dessa possibilidade essa semana. Ele falou que em geral os amparadores extrafísicos não permitem que isso ocorra se eles sabem que a pessoa tem maturidade de remover esse processo através de autoconhecimento. (que droga, tava cheio de esperança de resolver tudo na maciota, KKKKKKK!!!!!!!!)
Isso por que a remoção das forma pensamento geradas pelas experiências sexuais/ emocionais /conflitos/crise s e frustrações forram adquiridas através de nossas escolhas e liberdades, portanto nós semeamos, retirar tais morfopensamentos não resolve o problema crucial que jaz na alma. O ser ficará aliviado, leve, livre de pressões e obsessões ligadas a esse processo por um tempo, mas por não ser uma conquista, não será definitivo. Logo haverá uma retroalimentação do processo.
Nós semeamos constantemente, diariamente, a mídia, os amigos, a educação, o meio nos bombardeia diariamente os mesmos padrões/desejos/forma pensamentos nós por afinidade assimilamos, mas apesar de intoxicados cada novo bombardeio nos leva a perder o discernimento, a visão e as forças constritoras ganham poder nos empurrando a repetir os padrões. Além do que, nãopodemos esquecer que tudo isso é acentuado e acompanhado do processo de vampirização espiritual....
Esse logo poderá ser daqui a um mês, um ano,dez anos, 20 anos, 50 anos, depende do ciclo interno de cada um. Na maioria de nós tende a se repetir a cada novo relacionamento escolhido sob a tutela mal percebida dos morfopensamentos encrustados. Eles regendo nosso discernimento,toldam nossas percepções, ou seja, falando o português claro: o tesão molha os lábios de desejo, os olhos reviram, o coração palpita, sente-se fome do outro e não se enxerga mais com o discernimento, se rolar o relacionamento burrada a vista...dores a caminho, isso por que não se conheceu o outro, foi se movido a ele pelas carências, sons, desejos, ponto de erupção ( é quando a pessoa se defende dos relacionamentos até chegar um momento que ela está subindo pelas paredes, as forças sexuasi da alma reprimidas por um tempo se revoltam e a primeira que chega, que corresponda dentro dos velhos padrões o cidadão se joga, sem perceber que a força kundalinica/tesão/carência nos está fazendo apenas repetir antigos padrões.
A retirada desses morfopensamentos ocorre na desobsessão, mas são apenas paliativos para a pessoa respirar, chance para entender melhor seu universo interior. Essa moratória depende do conjunto de méritos e deméritos acumulados de cada um, a grande maioria não a tem. São deixados para que a força da própria vida aprendam ou não.
A moratória pode ser dada em casos extremos, mas não nos iludamos, o processo de ruptura dessas forças constrangedoras que limitam nosso alcance emocional e nos libertam de vez de antigos padrões de comportamento anti- evolutivos, só ocorre de forma definitiva quando vamos de encontro as sugestões que nosso inconsciente está nos mandando.
Ele, hoje sei de forma surpreendente e esclarecedora, repete, repete e repete diariamente através dos sonhos, dicas, caminhos e sugestões, mas nós tendemos a não entender sua linguagem simbólica, muitas vezes entendendo de forma espírita, mística, mítica ou mesmo assombrada o que na verdade é apenas o nosso inconsciente dando todas as dicas para nos libertar das amarras milenares dos comportamentos obsoletos que já deveríamos ter deixado a muito tempo, mas que por vício, mania, falsa sensação de segurança, ausência de informação, comodismo, baixa estima, medo, medo, medo e culpa,muita culpa acumulada, ignoramos.
Daí que as memórias da sensação acabam predominando, como elas são terra a terra, elas irão acabar nos levando a dores de cabeça, pois a dor, a decepção, o caos de problemas que nos afetam oriundos desses processos no sindicam que nossas escolhas estão condicionadas por padrões emocionais obsoletos.
A dor é a mostra de que a escolha estava sob ausência de visão, se houvesse visão ou não haveria dor ou até haveria dor, mas a grande maioria seria de fora do relacionamento e não da escolhida ou escolhido e nos conflito s e crises mas a pessoa não sairia disso machucado, ferido, afugentado, mas vitorioso, reconciliado, pronto para reatar, reconstruir e amparar a dupla, a si mesmo, os filhos se houver e o mundo.....
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sábado, 5 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Por que temos tanto medo de perder quem amamos?

GISELA RAO
Se você sentiu um calafrio ao ler a pergunta acima é porque ainda não se achou. Provavelmente, todos os seus holofotes estão sobre o outro e você está vivendo na sombra.
“Quando você fica muito insegura é porque a sua autoestima está baixa. Ou seja, você pensa assim: ‘Eu não confio muito em mim para conseguir outro namorado se eu perder este’”, afirma a psicóloga Marina Vasconcellos, especializada em terapia de casais. Para ela, essa insegurança tende a aumentar depois dos 35 anos, quando a mulher ainda se vê solteira. “Em alguns casos, o desespero fica tão grande que a pessoa foca só nisso e deixa de viver outras coisas que estão ao seu redor. Fora isso, ela conhece um rapaz e joga todas as carências nele já no primeiro encontro, como se ele fosse a salvação da sua vida. O namoro com pessoas seguras tem muito mais chances de dar certo”, acredita.
Segundo Luiza Ricotta, psicóloga e autora do livro “Me Separei! E Agora?”, quem investe num relacionamento de forma verdadeira, naturalmente não deseja ver tudo o que deposita em termos de significados escoar ralo abaixo. “Obter segurança é necessário para diminuir esse medo da perda e, para isso, a correspondência precisa acontecer. Quando se estabelece uma base de segurança, em que ambos não criam fantasias, há uma sensação de se estar mais fortemente ligados. Quando as atitudes e comportamentos não são claros, tendem a suscitar tais inseguranças, pois um precisa ser percebido como algo importante na vida do outro e, assim, respeitado”, analisa a psicóloga.
O perigo do excesso de medo no relacionamento é o surgimento de sentimentos, como o ciúme, uma das vias utilizadas como forma de pseudoproteção, pois, ao mesmo tempo em que parece cuidar, acaba por sufocar e limitar. Para Luiza, algumas pessoas acabam escolhendo a via do sentimento de posse, cercando o companheiro de muitos cuidados como forma de aplacar qualquer possibilidade de perda. Porém, deixam de respeitar o espaço de vida do outro, já que estão mais preocupadas consigo mesmas. Isso só tende a acelerar o temido término da relação.
Xô, medo!
A psicóloga Marina Vasconcellos dá três sugestões de ouro para diminuir o medo da perda. Confira:
- Seja mais autoconfiante. O outro tem de complementar você e não completar. Se o outro te completa, o que acontecerá quando acabar o relacionamento? Você ficará pela metade?
- Invista mais em você e na sua autoestima. Cuide da sua carreira, tenha um hobby, alimente amizades. Não aposte todas as fichas só no relacionamento.
- Se você acha que não sabe lidar com o medo da perda e ele se torna um problema, procure um psicólogo. Ele poderá ajudar, inclusive, a superar os medos das coisas da vida em geral.
“Uma vez um namorado me disse a frase: “Quanto mais liberdade você me dá, menos eu uso”. Isso me ajudou muito a diminuir o apego, o medo da perda.” – Paula L.
GISELA RAO
Ave Maria- maravilhosamente cantada.
Para iniciarmos o ano nas boas vibrações.
"O violinista e diretor de orquestra ANDRÉ RIEU recebeu uma mensagem de uma senhora holandesa que lhe contou que sua sobrinha MIRUSIA LOUWERSE, de pais holandeses, nascida e criada na Austrália (1985) parecia um anjo e cantava como os anjos. A princípio ele não acreditou muito, mas a senhora foi tão insistente que ele, até com um pouco de má vontade, cedeu e a recebeu para uma audição. Ficou encantado e em 2008 convidou-a para esta apresentação."
Maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso....
"O violinista e diretor de orquestra ANDRÉ RIEU recebeu uma mensagem de uma senhora holandesa que lhe contou que sua sobrinha MIRUSIA LOUWERSE, de pais holandeses, nascida e criada na Austrália (1985) parecia um anjo e cantava como os anjos. A princípio ele não acreditou muito, mas a senhora foi tão insistente que ele, até com um pouco de má vontade, cedeu e a recebeu para uma audição. Ficou encantado e em 2008 convidou-a para esta apresentação."
Maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso....
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