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sábado, 21 de março de 2015
A MENTE PEQUENA
Krishnamurty-
Parece-me que o verdadeiro problema está na própria MENTE, e não é o problema que a mente criou e tenta resolver.
Se a mente FOR"" Insignificante, Pequena, Estreita, Limitada"", ela abordará o problema nos termos da sua própria PEQUENEZ, por maior e mais complexo que seja o problema.
Se tenho uma MENTE PEQUENA e penso em Deus, o Deus do meu pensamento será um DEUS MIÚDO, embora eu possa vesti-lo com esplendor, beleza, sabedoria e tudo o mais.
Dá-se O MESMO com o problema da"" Existência, o problema do Pão, o problema do Amor, o problema do Sexo, o problema do Relacionamento, o problema da Morte.""
Esses problemas são todos enormes, e nós os abordamos com uma mente pequena; tentamos RESOLVE-LOS com uma mente muito LIMITADA. Embora ela tenha capacidades extraordinárias e seja capaz de inventar, capaz de pensamento sutil, perspicaz, a mente, ainda assim, é uma mente pequena
.
Ela pode ser capaz de" Citar Marx ou o Gita, ou algum outro Livro de Religião,"" mas ainda será uma mente miúda, e uma mente miúda, confrontada com um problema COMPLEXO, só pode traduzir tal problema nos termos de SI mesma, portanto, o problema, o sofrimento, aumenta.
Então a pergunta é: “Pode uma mente pequena, insignificante, ser transformada em algo que não está vinculado às suas"" próprias limitações?”
The Collected Works vol X, pp 155-156-KRISHNAMURTY
sexta-feira, 20 de março de 2015
Auto-Amor
Auto-amor não é treinar o pensamento para beneficiar a si, mas educar o sentimento para "escutar" Deus em nós. Descobrir nosso valor pessoal na Obra da Criação.
(ERMANCE DUFAUX, -espírito-)
O meu inimigo, reside dentro de mim
Que eu faça um mendigo sentar-se à minha mesa, que eu perdoe aquele que me ofende e me esforce por amar, inclusive o meu inimigo, em nome de Cristo, tudo isto, naturalmente, não deixa de ser uma grande virtude. O que eu faço ao menor dos meus irmãos é ao próprio Cristo que faço. Mas o que acontecerá, se descubro, porventura, que o menor, o mais miserável de todos, o mais pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus caluniadores, O, sou eu mesmo, e precisa da
esmola da minha bondade, e que eu mesmo sou o inimigo que é necessário amar?"
- Carl Gustave Jung
The Collected Works of CG Jung - volume XI, par. 520
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