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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

TERAPIA DO ELOGIO





Arthur Nogueira
(Psicólogo)


Renomados terapeutas que trabalham com famílias,
divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os
membros das famílias brasileiras estão cada vez mais
frios, não existe mais carinho, não valorizam mais as
qualidades, só se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se
desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso,
os relacionamentos de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas
famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens
elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes
elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos
mais pais e filhos se elogiando, amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores,
pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que,
por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de
cuidar do corpo, do rosto.
Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A
falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho
impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa
carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus
casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que
não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos,
alunos,subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a
boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou
nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom
profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta
de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser
reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher
que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa
sociedade em que um precisa do outro, é impossível um
homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na
vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando
de alguma forma?

Grande Amizade, Amizade Profunda, Amizade Raríssima..tão fácil citar palavras, o difícil é ser esse amigo...












terça-feira, 4 de dezembro de 2012

AMIZADE RARÍSSIMA



AMIZADE RARÍSSIMA - Waldo Vieira



Definição. A amizade raríssima é o sentimento fiel, recíproco, de afeição, simpatia,
estima ou ternura entre encarnados, de modo elevado e singular, no qual a atração do convívio

mentalsomático,
ou do paracorpo do autodiscernimento, ultrapassa a atração do convívio afetivo comum,
em patamar evolutivo além das ligações por laços de família ou por atração sexual.

Etimologia. O termo amizade vem do idioma Latim Vulgar, amicitas, por amicitia,
“amizade; afeição; simpatia; aliança; pacto”, de amicus, “amigo”. Surgiu no Século XII. O vocábulo
raro deriva do idioma Latim, rarus, “que apresenta intervalos ou interstícios; espaçado; poroso;
esparso; pouco cerrado; pouco denso; ralo”. Apareceu no Século XIV.
Sinonimologia: 1. Amizade singularíssima. 2. Convivialidade raríssima. 3. Personalidade
raríssima.

Fatologia: a amizade raríssima; a amizade de encarnado; o levantamento da qualificação
dos componentes do círculo de amizades; as características da amizade humana raríssima transcendendo
os laços da família consanguínea, da Sexossomatologia, do casamento e do coleguismo
profissional; a atração do convívio mentalsomático ultrapassando a atração do convívio afetivo;

a reciprocidade interassistencial; a reciprocidade dos proveitos da amizade;
a convivência invulgarmente fértil; o exemplo notório; a bagagem autocognitiva peculiar; o especialismo
oportuno; a contribuição proexológica ímpar; os diálogos enriquecedores; as abordagens
incomuns; as argumentações inabituais; o intercâmbio das autexperiências; a complementaridade
de saberes; a aliança traforística; a relação ensino-aprendizagem informal; o incitamento natural
à autorreflexão; o reconhecimento da personalidade pérola-negra no círculo de convivência pessoal;
a participação superespecial na existência intrafísica; o convívio pontual e marcante; o atilamento
evolutivo para aproveitamento máximo do relacionamento singular; a presença inesquecível;
a gratidão íntima pelos momentos de coexistência; os problemas das concessões geográfi


Parafatologia: a amizade de consciex; a autovivência do estado vibracional (EV) profilático;
a sinalética energética e parapsíquica pessoal; a paramizade; as amizades extrafísicas;
a amizade multidimensional; a amizade multiexistencial; a amizade multimilenar; a amizade intermissiva;

a amizade ideal com o evoluciólogo do grupocarma (o coordenador espiritual de um grupo de pessoas); a consolidação da paramizade no
período do Curso Pré encarnatório no extrafísico; os paravínculos(vínculos alicerçados a partir do plano espiritual); a paramizade (amizade além de uma vida, e, sobretudo, alicerçada no mundo espiritual) embasando os autorrevezamentos
multiexistenciais em grupo; as interações bioenergéticas saudáveis e evolutivas; a promoção dos
reencontros de destino pelos amparadores extrafísicos de função.

Principiologia: o princípio da empatia evolutiva; o princípio da inseparabilidade grupocármica;
o princípio de ninguém evoluir sozinho; o princípio da convivialidade sadia; o princípio
da afinidade interconsciencial; o princípio da atração “os afins se atraem”; o princípio da
megafraternidade; o princípio da evolutividade grupal; o princípio das trocas profícuas interníveis
evolutivos; o princípio do exemplarismo pessoal.

Teste. Sob a ótica da Despertologia, é possível à pessoa lúcida interessada testar o próprio
patamar evolutivo, e até a desperticidade(sem assédios, sem obsessões), pelos níveis das amizades. Por isso, o ser humano,
mesmo o pré-desperto, pode observar duas categorias de amizades fundamentais quanto ao relacionamento
interassistencial, aqui dispostas na ordem lógica:
1. Amizade muito comum: baseada na doação pessoal, predominante, de você para
a pessoa carente.
2. Amizade raríssima: baseada na recepção pessoal, predominante, feita por você, dos
potenciais da conscin capazes de enriquecê-lo mentalsomaticamente. Neste caso importa observar
as características ou trafores específicos da conscin, por exemplo: a polimatia, o macrossoma,
a ectoplastia sadia ou a desperticidade interassistenciais.


O TESTE DE AMIZADE, QUANDO AUTOCRÍTICO E REALISTA,
PODE SURPREENDER A PESSOA AO DEMONSTRAR
QUÃO EXÍGUO É O NÚMERO DAS AMIZADES HUMANAS
RARÍSSIMAS SURGIDAS DURANTE TODA A VIDA.


Questionologia. Quantas amizades humanas raríssimas você, leitor ou leitora, já desfrutou
nesta vida? Você conseguiu conservar alguma amizade humana raríssima permanentemente?



Waldo Vieira (semi adaptado do consciencioilogês para o português, por achar que a temática é interessante e criativa e que soma, acrescenta) este verbete não está na íntegra. Quem quiser lê-lo na íntegra digite seu titulo no google que achará os links para o mesmo.